Indústria News
  • Colunas
    • Análises
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
  • Giro das 21h
  • Leitura Rápida
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Papel & Celulose
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Colunas
    • Análises
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
  • Giro das 21h
  • Leitura Rápida
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Papel & Celulose
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Atualidades

Indústria reage à redução da jornada e alerta para impacto bilionário

Manifesto liderado pela  Confederação Nacional da Indústria  (CNI) aponta risco de aumento de custos e queda no emprego formal no Brasil

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
09/04/2026
em Atualidades
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
Indústria

Fim da escala 6x1 pode custar R$ 267 bilhões e travar a economia (Foto: Claraboia Filmes/CNI)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

A  Confederação Nacional da Indústria  (CNI), em conjunto com as 27 federações estaduais da indústria, 95 associações setoriais e 342 sindicatos industriais, divulgou um manifesto, nesta quinta-feira (9), em que expressa preocupação com as propostas de redução da jornada de trabalho semanal e o fim da escala 6×1 em discussão no Congresso Nacional.

O documento reforça que, embora o debate seja legítimo, medidas assim podem provocar impactos severos sobre a economia, os investimentos e a criação de empregos formais. Estimativas apresentadas indicam que a redução da jornada para 40 horas semanais pode elevar os custos com empregados formais em até R$267 bilhões por ano, um aumento de até 7%.

Para a indústria, o impacto é expressivo, o equivalente a cerca de R$ 88 bilhões (11%). Além disso, simulações do IBRE/FGV sugerem que o PIB brasileiro pode cair até 11,3%, além de aumento no desemprego e na informalidade.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que mudanças na legislação trabalhista devem se basear em evidências, diálogo técnico e responsabilidade econômica. “Precisamos de dados concretos para avaliar riscos como inflação e perda de empregos. O objetivo deve ser fortalecer a capacidade de empregar e garantir a sustentabilidade econômica no longo prazo, com competitividade, em vez de apenas ampliar custos”, diz.

A lista completa das instituições que apoiam o manifesto está disponível em:

https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/institucional/expressao-de-opiniao/

VEJA O MANIFESTO

ESCALA 6X1: O BRASIL PRECISA DE MAIS COMPETITIVIDADE, NÃO DE MAIS CUSTOS

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), em conjunto com as 27 federações estaduais da indústria, 95 associações setoriais e 342 sindicatos industriais, acompanha as discussões no Congresso Nacional sobre redução da jornada semanal e fim da escala 6×1. O debate é legítimo e necessário. Mas decisões dessa dimensão precisam considerar seus efeitos sobre a economia, os investimentos e a criação de empregos formais.

Estimativas indicam que a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais pode elevar em até R$ 267 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia como um todo, um aumento de até 7%. Na indústria, o aumento de gastos com empregados formais seria proporcionalmente maior: cerca de 11%, o equivalente a R$ 88 bilhões. Simulações do IBRE/FGV apontam ainda que o PIB pode cair até 11,3%.

Não estamos falando apenas de horas trabalhadas. Estamos falando de competitividade em um país que já convive com desafios estruturais para produzir e competir, alto custo de produção e insegurança jurídica.

É também de grande importância, nesse cenário, a baixa produtividade do trabalho no Brasil, que se encontra quase estagnada nas últimas décadas. Desde 1981, cresceu apenas 0,2% ao ano, e atualmente o país ocupa a 100ª posição de 189 países no ranking da OIT de produtividade por trabalhador

Hoje, o Brasil já pratica, na média de todos os setores, cerca de 39 horas semanais de trabalho, resultado de regras específicas (como a dos servidores públicos), da negociação coletiva ou de estratégias da empresa. E o limite de 44 horas é importante nesse cenário porque permite soluções ajustadas à realidade de cada setor, empresa e região ou mesmo outros fatores, como sazonalidade.

Antes de ampliar os desafios existentes, é preciso avaliar com responsabilidade o impacto sobre a geração de empregos formais, o preço dos produtos/serviços e a inflação; a perda de competitividade e o aumento das importações, que podem inviabilizar empresas e ocasionar a perda de postos de trabalho; o reflexo no déficit fiscal público; as dificuldades de contratação de horas de trabalho para repor as horas reduzidas na atual situação de “pleno emprego”; assim como o crescente número de inscritos em programas sociais.

O debate é legítimo. Mas decisões dessa dimensão precisam fortalecer — e não fragilizar — a capacidade de empregar.

Tivemos discussões longevas e profícuas nas reformas tributária e da Previdência. Por que fazer uma discussão tão importante para a economia do país de uma forma tão açodada em um ano eleitoral? Não faz sentido um tema de tamanha relevância ter influência de variáveis que não permitam uma discussão ampla e responsável. Esse debate com a sociedade e os setores da economia precisa ser feito e aprofundado, mas não neste momento. Após as eleições teremos condições de discutir com a moderação que o assunto requer. Não é correto que esse processo sofra pressão de momentos eleitorais, porque sabemos que as decisões não virão equilibradas.

Mudanças estruturais na legislação trabalhista precisam ser construídas com base em evidências, diálogo técnico e responsabilidade econômica. A indústria deve participar desse debate para contribuir no estabelecimento de soluções equilibradas, que fortaleçam o ambiente de negócios, ampliem oportunidades de emprego para os brasileiros e promovam a sustentabilidade econômica de longo prazo do país. Redução da jornada de trabalho significa perda de empregos e inflação!


Leia também: O ‘elefante branco’ da Pituba e o custo da ineficiência

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: CNIConfederação Nacional da Indústriaindústriainflação
Artigo Anterior

Serviço de telefonia fixa da Oi é vendido por R$60 milhões

Próximo Artigo

Petrobras negocia recompra de refinaria, mas preço e cenário político travam avanço

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Ipê

Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril

conta de luz

Prepare o bolso: conta de luz segue com cobrança extra em junho

PIB

PIB do primeiro trimestre reforça desindustrialização do país, diz CNI

Bahia Têxtil Center

PIB avança 1,1% no primeiro trimestre e chega a R$ 3,3 trilhões

Próximo Artigo
Petrobras negocia recompra de refinaria, mas preço e cenário político travam avanço

Petrobras negocia recompra de refinaria, mas preço e cenário político travam avanço

Ambev

Ambev aposta alto no Nordeste e turbina produção de cerveja premium com R$300 mi

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MEI

Prazo para envio da declaração anual do MEI termina neste domingo

Embraer

Embraer abre 200 vagas de estágio em diferentes cidades

Ipê

Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril

WEBINAR DA INDÚSTRIA

Giordania Tavares

Muito além de abrir e fechar: como a Rayflex virou referência industrial no Brasil

Como o Paraguai se tornou destino estratégico para a indústria brasileira

Como o Paraguai se tornou destino estratégico para a indústria brasileira

COLUNAS

Rio de Contas

O lado B de Rio de Contas: a economia por trás da cidade mais charmosa da Chapada Diamantina

emprego

Giro das 21h: EUA apertam o cerco ao crime organizado no Brasil; Caged surpreende

Giro das 21h: STF sepulta privilégio de juízes em dia de cerco financeiro no Rio e na Bahia

Giro das 21h: STF sepulta privilégio de juízes em dia de cerco financeiro no Rio e na Bahia

Leão do Norte

Quando Feira de Santana ficou pequena para a Leão do Norte

+VISTAS EM 24 hORAS

  • PIB

    PIB do primeiro trimestre reforça desindustrialização do país, diz CNI

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • O lado B de Rio de Contas: a economia por trás da cidade mais charmosa da Chapada Diamantina

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Contas públicas têm superávit primário de R$24,6 bilhões

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Prepare o bolso: conta de luz segue com cobrança extra em junho

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Salvador ganha hospital especializado em cirurgias com estrutura de alto padrão

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análises
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.