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Capa Calçados & Têxtil

Pisando em falso: exportações de calçados da Bahia caem 30% em receita

Mesmo com alta de 14% no volume exportado em 2025, o faturamento encolheu com a queda no preço médio dos pares

GERALDO BASTOS por GERALDO BASTOS
09/10/2025
em Calçados & Têxtil
Tempo de Leitura: 4 minutos
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calçados

Setor registra queda expressiva em setembro e enfrenta impacto das tarifas dos Estados Unidos

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As exportações de calçados da Bahia registraram uma forte queda no mês passado. O estado enviou para o exterior, em setembro, 327.926 pares, o que representa uma queda de 16,4% em relação a igual mês do ano passado. A receita somou US$5.567.258, numa retração de 30,1% ante  setembro/2024 (US$7.959.336).

Ja no acumulado dos nove primeiros meses de 2025, as exportações de calçados do estado somaram 3.269.161 pares, numa alta de 14% antes igual período de 2025. O faturamento, porém, recuou 8,8%. Isto ocorreu porque o valor médio do par de calçado exportado pelo estado diminuiu em torno de 20% no período. Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Em todo o país, entre janeiro e setembro, as exportações somaram 76,7 milhões de pares, que geraram US$736,4 milhões, incrementos de 7,1% em volume e estabilidade em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Já no recorte de setembro, as exportações somaram 9,2 milhões de pares e US$85,3 milhões, incrementos de 18,4% e de 4,8%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2024.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explica que as exportações de calçados, no mês, foram sustentadas pelo crescimento dos embarques para destinos latino-americanos, em especial no segmento de calçados de material sintético, o que atenuou o impacto da queda nas exportações para os Estados Unidos decorrente da tarifa adicional em vigência. “Estaríamos registrando resultados melhores sem os impactos da retração no mercado estadunidense. Os calçados de couro, produzidos sob encomenda e com a marca do cliente local, encontram maior dificuldade na busca por mercados alternativos no curto prazo”.

calçados

Argentina

No mês de setembro, a Argentina, apesar da queda nas suas importações de calçados brasileiros, ultrapassou os Estados Unidos como o principal destino do produto verde-amarelo no exterior. No mês nove, os hermanos importaram 1,6 milhão de pares por US$ 19,27 milhões, quedas tanto em volume (-25,9%) quanto em receita (-24,8%) em relação ao mesmo mês de 2024. Já no acumulado do ano, a Argentina segue atrás dos Estados Unidos, tendo importado a soma de 10,97 milhões de pares por US$ 154,96 milhões, incrementos de 22% em volume e de 0,5% em receita na relação com o ínterim correspondente de 2024.

O segundo destino de setembro foi os Estados Unidos. No mês, os norte-americanos importaram 566,63 mil pares por US$ 15,56 milhões, quedas tanto em volume (-23,5%) quanto em receita (-10,4%) em relação a setembro de 2024. Já no acumulado, os Estados Unidos, que seguem como o principal destino do produto nacional no exterior, somam a importação de 8,26 milhões de pares por US$ 171,87 milhões, incrementos de 7,4% e de 4,1%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado.

No terceiro posto entre os destinos internacionais do calçado brasileiro apareceu o Paraguai, que importou 1 milhão de pares verde-amarelos por US$ 6 milhões em setembro, altas tanto em volume (+109%) quanto em receita (+49,4%) em relação ao mês nove de 2024. Entre janeiro e setembro, as exportações brasileiras para o Paraguai somaram 7 milhões de pares e US$ 33,77 milhões, incrementos de 17,4% e de 4,7%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Estados

Principal exportador do setor no Brasil, o Rio Grande do Sul embarcou, em setembro, 3,28 milhões de pares por US$44,6 milhões, incrementos de 13% e de 5,1%, respectivamente, no comparativo com o mesmo mês de 2024. No acumulado do ano, partiram das fábricas gaúchas rumo ao exterior 24,75 milhões de pares, que geraram US$359,7 milhões, incremento de 2,5% em volume e queda de 2,9% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

O segundo principal exportador de calçado do Brasil seguiu sendo o Ceará, de onde foram exportados, em setembro, 2,87 milhões de pares por US$14,57 milhões, incrementos tanto em volume (+53%) quanto em receita (+33,8%) em relação ao mês correspondente do ano passado. No acumulado do ano, as exportações cearenses somaram 24,2 milhões de pares e US$142,3 milhões, incremento de 12,3% em volume e queda de 2,1% em receita no comparativo com o mesmo período de 2024.

Fechando o ranking de exportadores de calçados brasileiros, São Paulo embarcou, em setembro, 518,42 mil pares por US$8,13 milhões, quedas de 10,5% e de 7,9%, respectivamente, no comparativo com o mesmo mês do ano passado. No acumulado, as fábricas paulistas somaram 5,25 milhões de pares exportados, o que gerou US$76,33 milhões, incrementos de 21,6% e de 15,1%, respectivamente, ante o mesmo intervalo de 2024.

Importações de calçados

No acumulado do ano, as importações somaram 33,53 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 437,77 milhões, altas tanto em volume (+24,3%) quanto em receita (+24,3%) em relação ao mesmo período do ano passado. As principais origens foram o Vietnã (10,9 milhões de pares e US$212,8 milhões, altas de 22,1% e de 27,9%, respectivamente, ante 2024), China (8,77 milhões de pares e US$34,22 milhões, altas de 10,4% e de 13,4%) e Indonésia (7 milhões de pares e US$108,1 milhões, altas de 49,8% e de 40,2%).

No recorte de setembro, as importações somaram US$49,74 milhões e 3,4 milhões de pares, incremento de 5,2%, em volume, em relação ao mesmo mês de 2024. Neste recorte, preocupa a China, que, mais uma vez, registrou um incremento de quase 70% nas suas exportações para o Brasil, em pares. “Com a tarifa de 30% aplicada ao produto chinês nos Estados Unidos, os fabricantes locais vêm intensificando suas exportações para outros países, entre eles o Brasil”, alerta Ferreira.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações de janeiro a setembro foram equivalentes a US$ 34,6 milhões, 29,5% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.


Leia também: Indústria brasileira tem o pior agosto em 10 anos

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Tags: AbicalçadosArgentinaBahiaBrasilcalçadosChinaEstados Unidos
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