Indústria News
  • Conteúdos Exclusivos
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Conteúdos Exclusivos
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Atualidades

Exportações da Bahia caem 23%, mas corrida pelo ouro impulsiona setor extrativo

Concorrência internacional, menor safra e tensões geopolíticas ajudam a explicar o desempenho do comércio exterior baiano no início do ano

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
09/03/2026
em Atualidades
Tempo de Leitura: 3 minutos
A A
exportações

As compras externas cresceram 21,2% em fevereiro (Foto: Jean Vagner/SEI)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

As exportações baianas registraram forte retração em fevereiro. As vendas externas do estado somaram US$730,9 milhões, uma queda de 23,2% em relação ao mesmo mês de 2025, refletindo o desempenho negativo de setores tradicionalmente fortes da pauta exportadora. O resultado ainda é considerado preliminar e pode sofrer revisões, mas já sinaliza um começo de ano desafiador para o comércio exterior do estado.

O principal fator de pressão veio da indústria de transformação, que registrou recuo de 34,4% no comparativo anual. Parte da queda está associada à perda de competitividade da indústria química instalada no estado, pressionada pela entrada de produtos asiáticos a preços mais baixos no mercado internacional. A agropecuária também contribuiu para o resultado negativo, com retração de 11,1%, em um cenário já esperado de menor produtividade da safra de grãos.

Os dados foram analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento, com base nas estatísticas da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Se a maior parte da pauta exportadora perdeu fôlego, um setor seguiu na direção oposta. A indústria extrativa avançou 359,5% nas vendas externas, ainda que represente apenas cerca de 7% das exportações estaduais. O salto foi impulsionado pela valorização internacional do ouro, cuja cotação já supera US$5.180 por onça-troy para contratos futuros com entrega em abril. Em um ambiente global marcado por tensões geopolíticas e incertezas econômicas, investidores têm buscado ativos considerados mais seguros, como ouro e prata, o que vem impulsionando sucessivos recordes de preço no mercado internacional.

O movimento revela como a pauta exportadora baiana continua fortemente sensível às oscilações do mercado global. Enquanto setores industriais enfrentam concorrência crescente e custos elevados, commodities minerais podem ganhar protagonismo momentâneo em períodos de instabilidade econômica.

Importações

Do lado das importações, o estado seguiu na direção contrária. As compras externas cresceram 21,2% em fevereiro, puxadas principalmente pela importação de combustíveis, como petróleo cru e nafta, provenientes dos Estados Unidos, Gabão e Argentina. O cenário internacional também influencia esse movimento, já que a guerra no Oriente Médio tem pressionado as cotações das commodities energéticas e estimulado ajustes nas cadeias globais de abastecimento.

Outro dado que chama atenção é o salto nas importações de bens de consumo, que cresceram 455%, impulsionadas principalmente pela compra de veículos de passeio de origem chinesa. O aumento reforça a crescente presença da indústria automotiva chinesa no mercado brasileiro, ampliando sua participação nas importações do país.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, as exportações baianas somaram US$1,45 bilhão, queda de 18,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as importações alcançaram US$1,59 bilhão, avanço de 4,0%. Com isso, a balança comercial do estado registrou déficit de US$ 146,1 milhões, enquanto a corrente de comércio totalizou US$ 3 bilhões, recuo de 8,1% na comparação anual.

Análise

O cenário externo pode tornar esse quadro ainda mais desafiador nos próximos meses. A escalada das tensões no Oriente Médio tende a manter os preços do petróleo em patamares elevados, o que pode ampliar o déficit comercial baiano. Além do impacto direto sobre combustíveis, o conflito também pode pressionar o custo de insumos estratégicos para a economia do estado, como fertilizantes utilizados na agricultura e nafta usada pela indústria petroquímica, além de elevar fretes marítimos, seguros de carga e prazos logísticos nas rotas internacionais.

Em perspectiva, os números do comércio exterior reforçam um dilema recorrente da economia baiana: a dependência de poucos setores industriais e de commodities sensíveis às oscilações do mercado internacional. Quando a indústria perde competitividade – seja pela concorrência asiática, seja pelo aumento de custos – o impacto aparece rapidamente na balança comercial.

Ao mesmo tempo, a valorização do ouro mostra como crises globais podem criar oportunidades pontuais para a pauta exportadora do estado. A questão que se coloca é se esses ganhos conjunturais serão suficientes para compensar as fragilidades estruturais da indústria e garantir um crescimento mais consistente das exportações nos próximos anos.


Leia também: O império têxtil de Luiz Tarquínio na Boa Viagem

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: Bahiaexportaçõesimportaçõesindústria de transformaçãoindústria extrativaindústria químicanaftaouropetróleoSEI
Artigo Anterior

Natulab participa da Abradilan Conexão Farma

Próximo Artigo

Cesta básica fica mais cara em 14 capitais

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Ricardo Alban, presidente da CNI

Novo tarifaço dos EUA alcança mais de 4 mil produtos brasileiros

Dona Xícara

Dona Xícara celebra 23 anos com espaço renovado e inaugura uma nova fase

Conrad Fonseca

Como o Bess está redesenhando o equilíbrio entre geração, consumo e rede no Brasil

Petrobras

Sobretaxa por trabalho forçado poupa 471 produtos brasileiros

Próximo Artigo
tomate

Cesta básica fica mais cara em 14 capitais

indústria geral

Indústria cresce em janeiro, mas crise do setor ainda não ficou para trás

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Ricardo Alban, presidente da CNI

Novo tarifaço dos EUA alcança mais de 4 mil produtos brasileiros

dinheiro

Governo desbloqueia R$5,7 bi do Orçamento

Indústria química

Abiquim apoia Brasil Soberano III e pede acesso ágil ao crédito para enfrentar tarifaço

WEBINAR DA INDÚSTRIA

elisa

O novo mapa do petróleo passa por Sergipe

Leandro Hiebl, CEO da AgilFix

Alta do plástico acelera negócios de fabricante de cintas reutilizáveis

COLUNAS

Voepass

Giro das 21h: falhas no ar, verbas sob suspeita e o raio-x da violência no Nordeste

Barretão

Tarifaço, IA fora do controle e morte de Barretão: uma quarta-feira para não esquecer

A conta que a Coelba ainda precisa pagar

A conta que a Coelba ainda precisa pagar

jaques wagner

Giro das 21h: cerco judicial se afunila e indicadores sociais dão fôlego ao governo

+VISTAS EM 24 hORAS

  • Gigante portuária das Filipinas compra CS Porto Aratu por R$1,8 bi

    Gigante portuária das Filipinas compra CS Porto Aratu por R$1,8 bi

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Novo tarifaço dos EUA alcança mais de 4 mil produtos brasileiros

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quando um subproduto vira estratégia: a nova aposta da M. Dias Branco no agronegócio

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Tarifa de 37,5% muda o jogo e ameaça espaço do calçado brasileiro nos EUA

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Como o Bess está redesenhando o equilíbrio entre geração, consumo e rede no Brasil

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Eternit inicia sucessão na diretoria industrial

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análise
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.