A Brava Energia anunciou, nesta segunda-feira (12/1), mudanças em sua liderança nesta semana, reforçando a continuidade de sua estratégia de crescimento e a preservação de sua cultura corporativa. Durante reunião do Conselho de Administração, realizada na última sexta-feira, o atual diretor presidente, Décio Oddone, apresentou sua renúncia, permanecendo no cargo até 31 de janeiro para garantir uma transição organizada e alinhada às diretrizes estratégicas da companhia.

A sucessão foi concluída com a eleição de Richard Kovacs para o cargo de diretor presidente, com posse marcada para 1º de fevereiro de 2026. Kovacs, que até então presidia o Conselho de Administração, assume a liderança executiva mantendo o compromisso da Brava com disciplina de capital, eficiência operacional e segurança, pilares que consolidaram a empresa entre as principais do setor de óleo e gás no Brasil.
O Conselho de Administração também passou por reestruturação: Alexandre Cruz foi eleito presidente do órgão, substituindo Kovacs. Economista formado pela USP, advogado pela PUC-SP e pós-graduado pela FGV, Cruz é fundador e CEO da gestora JiveMauá, com passagens por empresas como Ernst & Young e Banco Santander. Kovacs permanece como membro do Conselho, reforçando a continuidade na governança corporativa.
Em nota, a Brava destacou a contribuição de Oddone à frente da companhia. Sob sua liderança, a empresa implementou o projeto Atlanta, conduziu a recuperação da produção no campo Papa-Terra e consolidou uma cultura de eficiência e segurança operacional – deixando bases sólidas para a próxima etapa de crescimento.
Sucessão planejada e continuidade estratégica
A mudança na liderança da Brava Energia ilustra uma sucessão planejada, cada vez mais comum entre empresas de grande porte, especialmente em setores de alta complexidade como o de óleo e gás. A saída gradual de Oddone garante estabilidade operacional e mantém a confiança de investidores em um mercado marcado por volatilidade e desafios regulatórios.
A eleição de Kovacs para a presidência executiva assegura continuidade estratégica, com alguém familiarizado com os processos internos e a cultura da companhia. A escolha de Alexandre Cruz para presidir o Conselho complementa essa transição, trazendo experiência financeira e estratégica, reforçando a governança corporativa e o alinhamento da gestão à disciplina de capital.
Para o mercado, a mudança sinaliza estabilidade e maturidade institucional: a Brava permanece comprometida com sua estratégia de longo prazo, com foco em eficiência, segurança e crescimento sustentável. Mais do que uma troca de nomes, a sucessão é um reflexo do amadurecimento da companhia, que se prepara para novas etapas sem perder os princípios que a consolidaram como uma das líderes do setor.
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