Indústria News
  • Conteúdos Exclusivos
    • 5 PERGUNTAS
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Conteúdos Exclusivos
    • 5 PERGUNTAS
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Petróleo, Gás & Biocombustível

A cartada brasileira da Shell para ganhar eficiência no pré-sal

Companhia é a primeira internacional de óleo e gás a operar como Empresa Brasileira de Navegação no país

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
09/01/2026
em Petróleo, Gás & Biocombustível
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
Shell

. Navio Ametista Brasil conta com tripulação 100% brasileira

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

A  Shell tornou-se a primeira empresa internacional de óleo e gás a obter autorização para operar como Empresa Brasileira de Navegação (EBN) no país, em um movimento inédito no setor energético nacional. Com a licença, a companhia iniciou a operação do navio-tanque aliviador DP Ametista Brasil, embarcação registrada no Brasil e operada integralmente por tripulação brasileira. A informação foi divulgada pela própria empresa.

O navio será utilizado no transporte de óleo por cabotagem ao longo da costa brasileira, com foco nas operações ligadas aos ativos do pré-sal na Bacia de Santos, ampliando a eficiência logística e operacional das atividades da Shell no país. Ao todo, 48 profissionais marítimos brasileiros atuam atualmente na embarcação, após um período estruturado de treinamento e capacitação.

Construído originalmente na Coreia do Sul para a Knutsen NYK Offshore Tankers (KNOT), o navio integrou a frota afretada da Shell por cerca de oito anos. A incorporação à frota própria foi um passo decisivo para que a empresa atendesse aos requisitos regulatórios exigidos para a concessão da licença de EBN.

Segundo Vinicius Mazzei, gerente Comercial da Shell Brasil, a nova operação traz ganhos de eficiência, otimizações financeiras e benefícios ambientais, ao reduzir deslocamentos logísticos recorrentes, consumo de combustível e emissões associadas às operações.

Por que isso importa

A autorização para que uma multinacional opere como EBN no Brasil vai além de um movimento operacional. Ela toca em temas estratégicos como logística do pré-sal, política de conteúdo local, competitividade do setor marítimo e eficiência ambiental.

O que essa decisão revela sobre a evolução do ambiente regulatório brasileiro? E como ela pode redefinir custos, investimentos e estratégias no setor de óleo e gás offshore?

Por que esse movimento acontece agora

A decisão da Shell está inserida em um contexto mais amplo de mudanças estruturais no setor energético e marítimo brasileiro.

  1. Pressão por eficiência logística no pré-sal
    A produção offshore em larga escala exige soluções logísticas mais integradas e previsíveis. Operar embarcação própria reduz dependência de afretamentos internacionais, custos operacionais e riscos de indisponibilidade.
  2. Ambiente regulatório mais maduro e previsível
    O Brasil vem consolidando regras mais claras para navegação, cabotagem e conteúdo local. Isso cria segurança jurídica para que empresas globais internalizem operações antes terceirizadas.
  3. Valorização da mão de obra e da frota nacional
    A exigência de tripulação 100% brasileira e o registro do navio no país reforçam a política de geração de empregos qualificados e desenvolvimento do setor marítimo nacional.
  4. Agenda de eficiência ambiental e governança
    Menores deslocamentos logísticos e maior controle operacional contribuem para redução de emissões, alinhando eficiência econômica a compromissos ambientais e de governança corporativa.

O que isso significa na prática

Para empresários:
A decisão sinaliza oportunidades para empresas brasileiras da cadeia de óleo e gás, especialmente em serviços marítimos, treinamento, manutenção naval e apoio logístico. Ao mesmo tempo, aumenta a concorrência para operadores tradicionais de afretamento. A ação recomendada é investir em eficiência, compliance regulatório e diferenciação tecnológica.

Para profissionais:
A boa notícia é a ampliação da demanda por profissionais marítimos qualificados, com contratos mais estáveis e inserção em operações de alto padrão técnico. A má notícia é que o nível de exigência aumenta, especialmente em certificações, segurança operacional e capacitação contínua. A ação recomendada é buscar formação técnica alinhada às normas internacionais e à navegação offshore avançada.

Para o setor de óleo, gás e navegação:
Três movimentos estruturais se destacam:

  • Maior verticalização das operações logísticas por grandes operadoras de energia.
  • Fortalecimento da cabotagem offshore como solução estratégica para o pré-sal.
  • Integração entre eficiência operacional e metas ambientais, com redução de emissões como fator competitivo.

Em síntese, a licença de EBN concedida à Shell não é apenas um marco regulatório. Ela indica uma transição do setor para modelos mais integrados, eficientes e alinhados à estratégia de longo prazo do Brasil no offshore energético.


Leia também: Salário mínimo sobe para R$ 1.621: o que muda para sua empresa

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: Bacia de SantosBrasilcombustíveisgásóleopetróleoRaízenShell
Artigo Anterior

União Europeia aprova assinatura de acordo comercial com o Mercosul

Próximo Artigo

Inflação fecha 2025 em 4,26% e cumpre meta: alívio ou alerta?

NOTÍCIAS RELACIONADAS

P-79

Mais petróleo, mais refino, mais caixa: o trimestre que impulsionou a Petrobras

Brava

Ecopetrol fica com a Brava e redesenha o mapa do petróleo na América Latina

prio

Prio fecha trimestre histórico com produção recorde e lucro 169% maior

Fórum do Biogás

Produção de biometano cresce 75% no Brasil e pauta o 13º Fórum do Biogás

Próximo Artigo
Inflação fecha 2025 em 4,26% e cumpre meta: alívio ou alerta?

Inflação fecha 2025 em 4,26% e cumpre meta: alívio ou alerta?

Ricardo ALban

Acordo Mercosul–UE sai do papel e redesenha o jogo da indústria brasileira

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

exportações

Balança comercial de julho tem superávit de US$7 bilhões

P-79

Mais petróleo, mais refino, mais caixa: o trimestre que impulsionou a Petrobras

Vale

ANM cobra R$17,7 bi da Vale e reacende disputa sobre royalties da mineração

WEBINAR DA INDÚSTRIA

elisa

O novo mapa do petróleo passa por Sergipe

Leandro Hiebl, CEO da AgilFix

Alta do plástico acelera negócios de fabricante de cintas reutilizáveis

COLUNAS

Selic

Giro das 21h: BC corta Selic para 14%, Ideb atinge recorde e oposição define vice da chapa

Delfin

Com rede de diagnóstico na Bahia, Alliança Saúde inicia recuperação extrajudicial

CNJ

Giro das 21h: decisões no Judiciário, tensão diplomática e operações policiais marcam o dia

Nunes Marques

STF abre o segundo semestre expandindo direitos e colocando a democracia na tela

+VISTAS EM 24 hORAS

  • Rio de Contas

    O lado B de Rio de Contas: a economia por trás da cidade mais charmosa da Chapada Diamantina

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • LM sofre ataque cibernético e interrompe sistemas

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Indústria química une forças para recuperar competitividade e fortalecer setor

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Novo arranha-céu em SC leva supercarros direto para dentro dos apartamentos

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • ANM cobra R$17,7 bi da Vale e reacende disputa sobre royalties da mineração

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Mineradora cria sistema digital para acompanhar reflorestamento

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análise
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • 5 PERGUNTAS
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.