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Capa Mineração

Brumadinho entre o medo e o declínio econômico

Sete anos após tragédia-crime, estudo da UFMG revela que impactos na saúde, economia e meio ambiente persistem em Brumadinho

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
05/12/2025
em Mineração
Tempo de Leitura: 3 minutos
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Brumadinho

Reflexos da tragédia-crime ainda impactam realidade de famílias de Brumadinho e municípios vizinhos (Foto: Senado)

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Sete em cada dez domicílios de Brumadinho relataram algum tipo de adoecimento físico ou mental após a tragédia-crime ocorrida em janeiro de 2019. O dado é parte de um novo estudo publicado pela UFMG, no âmbito do Projeto Brumadinho UFMG, e revela um quadro persistente e estruturado de danos coletivos. Estresse, insônia, ansiedade, hipertensão e episódios depressivos aparecem como sintomas recorrentes. Além disso, 52% dos adultos passaram por tratamento psicológico ou psiquiátrico desde o rompimento da barragem da Vale, o que confirma o impacto duradouro sobre a saúde emocional de milhares de famílias. A pesquisa indica ainda piora de doenças crônicas e aumento da demanda por acompanhamento especializado.

O levantamento também registra que 76% dos domicílios enfrentam barreiras para acessar consultas, exames e tratamentos. A rede pública opera pressionada pelo aumento das demandas clínicas e pela mobilidade afetada após o rompimento. Nas casas, a insegurança sanitária reorganizou a rotina: 77% das famílias relatam medo constante de contaminação dos alimentos.

Para a presidente da Avabrum, Nayara Porto, os dados apenas formalizam uma realidade conhecida desde o primeiro ano pós-rompimento. “Recebemos a pesquisa com muita tristeza pois ela confirma que a população de Brumadinho continua sofrendo. Temos muitos relatos de pessoas que desenvolveram diabetes, artrose e artrite nesse período, além do crescimento do uso de ansiolíticos que também é visível”.

Os prejuízos não param por aí. O estudo também confirma a permanência de metais pesados em diferentes matrizes ambientais. Manganês, arsênio, chumbo, mercúrio e cádmio seguem presentes em áreas de uso cotidiano e fazem da água o principal vetor de risco. Segundo a pesquisa, 85% dos domicílios relatam impactos no uso dos corpos d’água e 75% afirmam que o fornecimento e a qualidade estão comprometidos.

Lama

A lama invisível, conceito que designa o estado de desconfiança generalizada sobre o consumo de bens produzidos em Brumadinho, também tornou-se elemento cotidiano. Para Josiane Melo, diretora da Avabrum, o tempo não devolveu segurança ao território. “É inadmissível conviver com insegurança hídrica, adoecimento e medo tantos anos depois. O estudo só comprova que a vida não voltou ao lugar”.

No campo econômico, o professor da UFMG Ricardo Machado Ruiz, que é um dos autores da pesquisa, destaca que uma perda bilionária está prevista. Ele explica que, sem o acordo firmado em 2021, Brumadinho teria perdido entre R$7 bilhões e R$9 bilhões de PIB no longo prazo. “Com a aplicação dos recursos, o prejuízo estimado cai para algo entre R$4,2 bilhões e R$5,4 bilhões, mas não desaparece”, destaca.

Ruiz também esclarece que a mineração funcionava como atividade central e o período pós-ruptura registrou uma economia baseada na reparação, que absorveu trabalhadores nas obras e reduziu efeitos imediatos, porém enfraqueceu pequenos negócios e atividades informais. Segundo o professor, a cidade não terá equilíbrio enquanto não diversificar as atividades do setor produtivo. “Se nada for feito para substituir aquela atividade mineradora, ainda restará essa perda bilionária dentro do município”, conclui.


eia também: Trecho baiano do Sistema de Transmissão Asa Branca começa a operar

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Tags: Brumadinho
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