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Capa Atualidades

Banco Central insiste na alta da Selic: o que está em jogo para a indústria?

Aumento da taxa de juros trará consequências negativas para emprego, renda e bem-estar da população

IndústriaNews por IndústriaNews
07/05/2025
em Atualidades
Tempo de Leitura: 4 minutos
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Ricardo Alban

Segundo o presidente da CNI, Ricardo Alban, a atual conjuntura exige uma postura mais prudente do Copom (Foto: Iano Andrade/ CNI)

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A  alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

Essa foi a sexta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde agosto de 2006, quando também estava em 14,75% ao ano.

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Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. Apenas afirmou que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.

“Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação”, destacou o texto.

Críticas

A decisão do  Copom  impõe um fardo ainda mais pesado à economia, com consequências negativas para o emprego, a renda e o bem-estar da população, afirma a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com a nova alta, a Selic chega a 14,75% ao ano (a.a.), maior patamar em quase 20 anos.

Segundo o presidente da CNI, Ricardo Alban, a atual conjuntura exige uma postura mais prudente do Copom. “Embora o controle da inflação seja o objetivo primordial do Banco Central, a elevação da Selic traz riscos significativos à economia, que está em processo de desaceleração mais acentuado do que esperávamos no final de 2024”, pontua.

A CNI estima que o Produto Interno Bruto (PIB) vai crescer 2,3% em 2025, queda de 1,1 ponto percentual em relação ao ano passado. A indústria também deverá perder ritmo: crescimento de 2%, ante 3,3% em 2024.

“Caso a estimativa se concretize, isso representaria o menor crescimento da economia nos últimos cinco anos e está diretamente relacionado à política monetária contracionista”, completa Alban.

Segundo a CNI, ao menos quatro fatores deveriam ser considerados para evitar nova elevação da taxa de juros. O primeiro é a defasagem dos efeitos da política monetária contracionista, intensificada a partir de setembro de 2024. A materialização da alta de juros deve ser observada na totalidade a partir do segundo semestre de 2025, o que torna um novo aumento da Selic um ato precipitado, agravando a desaceleração da economia desnecessariamente.

O segundo é que, com a Selic a 14,25%, a taxa de juros real de 8,8% ao ano seria suficiente para controlar a inflação. A CNI reitera que o parâmetro já superava em 3,8 pontos percentuais a taxa de juros neutra, estimada em 5% ao ano pelo Banco Central. Vale lembrar que o Brasil tem uma das maiores taxas de juros reais do mundo, o que é mais do que adequado para atrair investimentos e controlar a inflação a partir da valorização do câmbio. Os juros altos encarecem o crédito, desestimulam investimentos e dificultam o crescimento da economia.

O terceiro fator considera a recente política comercial dos Estados Unidos. A imposição de novas tarifas de importação aumentou o risco de recessão nos EUA e enfraqueceu o dólar no mercado internacional. Somado à grande diferença de taxa de juros praticada no Brasil, o fato contribuiu para a valorização do real, que atingiu 8,2% entre dezembro de 2024 e abril de 2025, e reduz a pressão da taxa de câmbio sobre a inflação.

Os efeitos do tarifaço sobre o crescimento econômico mundial e o aumento de oferta de petróleo pela Opep+ levaram à queda global do preço do barril, passando de US$75, no fim de 2024, para US$ 62, no início de maio. A redução já refletiu na queda do preço do diesel nas refinarias da Petrobras, o que tende a ter um impacto positivo sobre os custos de transporte e sobre a inflação, como um todo.

Em quarto lugar, é importante ressaltar que a forte desaceleração do impulso fiscal, observada desde o segundo semestre de 2024 e que deve se manter ao longo de 2025, também contribui para a moderação do consumo e favorece o controle da inflação.

Os quatro fatores têm levado ao arrefecimento das expectativas de inflação, espelhadas nos últimos três boletins Focus. A estimativa para 2025 caiu de 5,65% para 5,53%. Para 2026, a projeção é de inflação em 4,5%, indicando o início da trajetória de convergência para a meta estabelecida, de 3% a.a.

Fieb

Já a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) manifestou profunda preocupação com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O aumento da taxa de juros para 14,75% ao ano é injustificável diante do atual cenário macroeconômico e impõe custos elevados e desnecessários ao setor produtivo e à sociedade brasileira.

Diz a entidade que a taxa de juros real, superior a 9% ao ano, permanece entre as mais altas do mundo, mesmo com a inflação acumulada em 12 meses em 5,48%, já em trajetória de desaceleração. O aperto monetário prolongado se mostra descolado da realidade fiscal e das expectativas inflacionárias, e contribui para a estagnação dos investimentos, o encarecimento do crédito e o enfraquecimento da atividade econômica — especialmente na indústria, que já enfrenta severas restrições de competitividade.

“É incompreensível que, mesmo com o Governo Central encerrando 2024 com déficit primário de apenas 0,09% do PIB — dentro da meta e evidenciando um compromisso fiscal —, o Banco Central siga insistindo em uma postura excessivamente conservadora. A melhoria das contas públicas deveria ser interpretada como um espaço legítimo para flexibilização da política monetária, mas não tem sido assim”, afirma nota da Fieb.

A Fieb reiterou ainda  que a elevação da taxa de juros é um entrave ao desenvolvimento econômico e exige uma resposta urgente. “É imperativo que o Banco Central promova uma inflexão responsável na política monetária, iniciando de forma imediata e gradual a redução da Selic. A coordenação entre política fiscal responsável e juros mais realistas é o caminho necessário para destravar o crescimento, resgatar a confiança do setor produtivo e ampliar as oportunidades de geração de emprego e renda no país”, conclui a nota.


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