Indústria News
  • Conteúdos Exclusivos
    • 5 PERGUNTAS
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Conteúdos Exclusivos
    • 5 PERGUNTAS
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Atualidades

CNI aumenta de 2,4% para 3,4% a projeção de crescimento do PIB

Confederação Nacional da Indústria (CNI) altera de 2,3% para 3,2% a expectativa de alta do PIB industrial, com contribuições expressivas dos segmentos de transformação e construção, que caíram no ano passado

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
10/10/2024
em Atualidades
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
indústria

Para o PIB da indústria, a CNI reviu a projeção de alta de 2,3% para 3,2% (Foto: Banco de Mídia da Indústria)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

O  Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve subir 3,4% em 2024, projeta o  Informe Conjuntural  do 3º Trimestre, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira (10). A expectativa da CNI para o crescimento da economia aumentou 1 ponto percentual em relação ao levantamento anterior, que previa alta de 2,4%.

Superintendente de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles explica o que levou a entidade a rever o crescimento do PIB deste ano de forma expressiva.

“A CNI aumentou a previsão do PIB de 2024, principalmente, por causa do desempenho da economia no primeiro semestre, que foi muito positivo, acima das nossas expectativas. Além disso, os fatores que têm contribuído para o crescimento não devem desaparecer até o fim do ano e o segundo semestre vai ter como base de comparação o período mais fraco da atividade em 2023”, afirma.

Entre as razões para o desempenho da economia, sobretudo para sustentar a demanda e o investimento, estão o aumento do consumo das famílias, consequência de um mercado de trabalho aquecido; a alta da massa salarial e a maior oferta de crédito; além dos gastos do governo. Apesar de prever menor intensidade, a Confederação acredita que esses fatores seguirão impulsionando a atividade na segunda metade de 2024.

Emprego e rendimento  

Hoje em 6,9%, de acordo com o IBGE, a taxa de desemprego deve continuar no mesmo patamar até o fim do ano, aponta o Informe. Já a massa de rendimentos tende a crescer 7,4%.

Todos os segmentos industriais devem crescer 

Para o PIB da indústria, a CNI reviu a projeção de alta de 2,3% para 3,2%. De acordo com o Informe, a indústria de transformação deve avançar 2,8% em 2024, recuperando-se da queda de 1,3% no ano passado. A melhoria do segmento este ano se deve, sobretudo, à maior demanda por bens industriais.

A indústria da construção, por sua vez, deve crescer 3,7%, acima do PIB. A maior demanda e os lançamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida ajudam a explicar a projeção positiva para o segmento, segundo a CNI.

O PIB da indústria extrativa deve crescer 3,1%, enquanto o segmento de eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos deve subir 3%.

A exemplo do que ocorreu no primeiro semestre, a atividade do setor de serviços tende a se manter elevada no segundo semestre. Deve registrar o maior crescimento entre os setores econômicos em 2024: alta de 3,5%, de acordo com a CNI.

No caso do PIB da Agropecuária, a CNI projeta queda de 3% em 2024 na comparação com o ano passado. Embora a produção animal tenha se expandido fortemente no primeiro semestre de 2024, o crescimento não compensa o impacto da queda da produção vegetal, afetada pelas adversidades climáticas relacionadas ao El Niño após um 2023 de desempenho muito positivo.

Impacto da Selic sobre o crédito

De acordo com as projeções da CNI, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central fará mais dois aumentos de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros da economia. Hoje em 10,75% ao ano, a Selic deve fechar o ano em 11,25%.

Mário Sérgio Telles avalia que os efeitos da alta da Selic devem ser percebidos efetivamente a partir do ano que vem.

“O crédito é um fator muito importante de crescimento esse ano. Infelizmente, teve início um novo ciclo de aumento da Selic, mas como esse aumento começou recentemente, não deve ser sentido totalmente em 2024. A elevação da Selic deve impactar negativamente o crédito, o consumo e o crescimento econômico em 2025. É o ponto de maior preocupação da CNI com relação ao cenário econômico”, aponta.

Mesmo em um contexto de política monetária mais restritiva, a CNI espera crescimento de 7,3% nas concessões totais de crédito este ano. Já os investimentos devem subir 5%, segundo a entidade.

O maior volume de investimentos no segmento da construção e na compra de bens de capital, como máquinas e equipamentos, é uma sinalização positiva para o futuro da economia, diz Mário. “É um sinal de que a capacidade de produção da economia brasileira está aumentando e isso pode sustentar um ritmo de crescimento em torno de 3% nos próximos anos”, projeta.

Expansão fiscal tende a desacelerar

Para a CNI, a tendência é que a expansão dos gastos públicos continue no segundo trimestre, mas a um ritmo mais lento do que o observado na primeira metade do ano. Se, por um lado, isso contribui menos para o crescimento da demanda, por outro, traz melhores perspectivas para o ajuste das contas públicas, diminuindo a pressão inflacionária.

A entidade projeta que o governo federal terá um déficit primário de R$ 51,1 bilhões, o equivalente a 0,44% do PIB.


Leia também: Azul amplia frota internacional e recebe quarta aeronave A330 em 2024

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: BrasilCNIConfederação Nacional da IndústriaindústriaPIBSelic
Artigo Anterior

Azul amplia frota internacional e recebe quarta aeronave A330 em 2024

Próximo Artigo

Brava Energia lança Programa Jovem Aprendiz destinado a mulheres pretas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Fieb

Bahia reage ao tarifaço e define agenda para proteger a indústria

Comité da Mulher na Indústria da FIEB

Integrantes do Comitê da Mulher na Indústria da Fieb visitam a Braskem

Ricardo Alban, presidente da CNI

Novo tarifaço dos EUA alcança mais de 4 mil produtos brasileiros

Dona Xícara

Dona Xícara celebra 23 anos com espaço renovado e inaugura uma nova fase

Próximo Artigo
Brava Energia

Brava Energia lança Programa Jovem Aprendiz destinado a mulheres pretas

construção

Preços da construção variam 0,35% em setembro, informa IBGE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

nióbio

O que explica a importância do nióbio para a indústria global?

Nestlé

Fábrica mais rentável da Nestlé no Brasil receberá R$540 milhões até 2028

CS Porto Aratu

Entre o porto e o tarifaço: a semana que testou a competitividade da indústria baiana

WEBINAR DA INDÚSTRIA

elisa

O novo mapa do petróleo passa por Sergipe

Leandro Hiebl, CEO da AgilFix

Alta do plástico acelera negócios de fabricante de cintas reutilizáveis

COLUNAS

CS Porto Aratu

Entre o porto e o tarifaço: a semana que testou a competitividade da indústria baiana

abaíra principal

O segredo de Abaíra não está apenas na cachaça

Voepass

Giro das 21h: falhas no ar, verbas sob suspeita e o raio-x da violência no Nordeste

Barretão

Tarifaço, IA fora do controle e morte de Barretão: uma quarta-feira para não esquecer

+VISTAS EM 24 hORAS

  • Nestlé

    Fábrica mais rentável da Nestlé no Brasil receberá R$540 milhões até 2028

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Entre o porto e o tarifaço: a semana que testou a competitividade da indústria baiana

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • O que explica a importância do nióbio para a indústria global?

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Chadler: a fábrica de chocolate que ‘perfumou’ a Cidade Baixa

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Coelba recebe multa de R$82,7 milhões por irregularidades na geração distribuída

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Odebrecht lidera Ranking da Engenharia Brasileira 2025

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análise
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.