Indústria News
  • Conteúdos Exclusivos
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Conteúdos Exclusivos
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Química & Petroquímica

Importação de produtos químicos bate recorde

Brasil importou, no ano passado, US$80,3 bilhões em produtos químicos

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
23/01/2023
em Química & Petroquímica
Tempo de Leitura: 3 minutos
A A
Importação de produtos qímicos tem forte alta

A importação de defensivos agrícolas aumentou mais de 75% no ano passado

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

O Brasil importou US$80,3 bilhões em produtos químicos em 2022, marca inédita do valor monetário das importações feitas pelo País ao longo de toda a série histórica de acompanhamento da balança comercial setorial pela Abiquim (desde 1989). Esse valor total equivale à aquisição de 57,4 milhões de toneladas. Na comparação com os resultados de 2021, ano em que havia sido registrado, até então, o maior déficit no histórico da balança comercial de produtos químicos (de US$ 46,2 bilhões), foi registrada uma expressiva elevação, de 32,3%, nos valores importados, em que pese uma redução de 5,1% nas quantidades físicas adquiridas.

No consolidado de 2022, foram registrados relevantes aumentos de valores importados em praticamente todos os grupos de produto, com destaques de 75,1% em defensivos agrícolas, de 63,2% em produtos químicos inorgânicos (sobretudo intermediários para fertilizantes) e de 27,9% em produtos químicos orgânicos diversos.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Fabio Cahen

Cosmética no Brasil: o desafio de transformar ciência em soluções de mercado

teuto

Fábrica de genéricos em Goiás recebe R$100 milhões do BNDES

Em termos das principais localizações fornecedoras de produtos químicos para o Brasil, foi registrado de um crescimento de 38% das importações originárias da Ásia (excluído o Oriente Médio), ao passo que o crescimento médio das importações de todas as demais origens, no ano, foi de 30%, evidenciando ainda mais condição de tal região como principal fornecedora de produtos químicos para o Brasil (importações de US$ 24,3 bilhões) e com a qual se registra o maior desequilíbrio comercial setorial (déficit de US$ 22,4 bilhões).

Exportações

As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, de US$ 17,3 bilhões, em 2022, tiveram um crescimento de 19,5% na comparação com o ano anterior, em grande medida resultado devido ao aumento de 23,7% dos preços médios e à satisfatória performance nas vendas aos países europeus e latino-americanos, mesmo com as dificuldades econômicas de alguns vizinhos do Mercosul.

Em termos de quantidades físicas, foram movimentadas 15,6 milhões de toneladas para os mercados de destino, redução de 3,4%, tendo reduções consideráveis nos volumes exportados de aditivos de uso industrial (-15,7%), de produtos petroquímicos básicos (-30,8%) e de resinas termoplásticas (-2,4%).

O déficit na balança comercial de produtos químicos totalizou o recorde de US$ 63 bilhões em 2022 – valor 36,4% superior ao total registrado em 2021, até então recorde de US$ 46,2 bilhões –, mais do que o dobro daqueles registrados no período prévio à pandemia da Covid19 (de US$ 32,0 bilhões em 2013 e de US$ 31,5 bi em 2019). Avaliando-se as trocas comerciais com os principais blocos econômicos regionais, em 2022, o Brasil foi superavitário apenas em relação aos vizinhos e históricos parceiros comerciais do Mercosul e da Aladi, respectivamente saldos comerciais de US$ 1,5 bilhão e de US$ 28 milhões.

Entretanto, foram novamente registrados resultados negativos expressivos em relação à União Europeia e ao Nafta (América do Norte), que somados ultrapassaram um déficit agregado de US$ 25,0 bilhões, além do mencionado crescente desbalanceamento com a Ásia (déficit com essa região se amplia de US$ 16,0 bilhões, em 2021, para US$ 22 bilhões, em 2022).

Competitividade

Para a Diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna, as principais economias globais têm estabelecido robustas políticas de desenvolvimento industrial, especialmente pós covid-19, destinando importantes recursos para o fortalecimento da competitividade doméstica de seus países e atração de novos investimentos por meio de programas de fomento produtivo, de sustentabilidade, de fortalecimento de cadeias estratégicas, de desenvolvimento tecnológico/modernização industrial e até mesmo de segurança de abastecimento.

“Precisamos aprender rapidamente com os exemplos da experiência internacional que estão dando certo. Casos como os EUA, em especial com as políticas que foram implementadas para o seu shale gas, – e que já resultaram em mais de US$200 bilhões de investimentos, e da Índia, que pensando o setor de uma maneira estratégica estabeleceu plataformas regionais de investimento produtivo que, em menos de uma década, já a colocaram entre as 10 maiores indústrias químicas no mundo, mostram que é agora o momento mais adequado para o Brasil customizar uma Política Industrial Setorial baseada nas vantagens comparativas brasileiras, fortalecendo a competitividade doméstica e viabilizando um cenário favorável ao desenvolvimento sustentável”, destaca Fátima Giovanna.


Leia também: Veracel atinge seu menor índice de uso de água para a fabricação de celulose

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: AbiquimÁsiaBrasilEUAMercosul
Artigo Anterior

Veracel atinge seu menor índice de uso de água para a fabricação de celulose

Próximo Artigo

Indústrias brasileira e argentina buscam mais integração

INDÚSTRIA NEWS

INDÚSTRIA NEWS

O portal Indústria News tem como foco principal a cobertura dos fatos relacionados à indústria da Bahia

Próximo Artigo
Empresários do Brasil e da Argentina durante encontro em Buenos Aires

Indústrias brasileira e argentina buscam mais integração

Avião da Latam

Latam segue líder do setor aéreo do Brasil

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Exportações

Trabalho forçado vira novo pretexto dos EUA para taxar exportação brasileira

Crédito mais difícil para os industriais

FMI elogia Pix e cobra autonomia financeira do Banco Central

Leandro Branco Moreira

Aviva anuncia novo gerente Geral de Vendas e Canais Digitais

WEBINAR DA INDÚSTRIA

elisa

O novo mapa do petróleo passa por Sergipe

Leandro Hiebl, CEO da AgilFix

Alta do plástico acelera negócios de fabricante de cintas reutilizáveis

COLUNAS

Barretão

Tarifaço, IA fora do controle e morte de Barretão: uma quarta-feira para não esquecer

A conta que a Coelba ainda precisa pagar

A conta que a Coelba ainda precisa pagar

jaques wagner

Giro das 21h: cerco judicial se afunila e indicadores sociais dão fôlego ao governo

conta de luz

Entre pesquisas eleitorais e tarifaço de Trump, dia é de tensão dos dois lados do Atlântico

+VISTAS EM 24 hORAS

  • Por que um gigante portuário global decidiu apostar R$1,8 bi na Bahia

    Por que um gigante portuário global decidiu apostar R$1,8 bi na Bahia

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Foton cresce 138% no Brasil e acelera expansão no mercado de caminhões

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • O uso inteligente dos recursos naturais é um fator estratégico para a indústria

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Grupo Potencial investe R$230 milhões para ampliar produção de biocombustíveis

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Tarifaço, IA fora do controle e morte de Barretão: uma quarta-feira para não esquecer

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Coelba recebe multa de R$82,7 milhões por irregularidades na geração distribuída

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análise
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.