A Galvanotek, fabricante gaúcha de embalagens plásticas que completa 35 anos de mercado em 2026, iniciou a construção de uma nova unidade industrial no município de Barão, cidade vizinha a Carlos Barbosa, no Rio Grande do Sul, voltada exclusivamente para a produção de embalagens de papelão ondulado. Com 19.126 metros quadrados de área construída, o espaço foi projetado para abrigar uma linha de produção de alta tecnologia e representa um salto significativo na estratégia de verticalização da empresa, que passa a ter mais uma etapa da cadeia produtiva de embalagens, somando ao seu pioneirismo na produção de embalagens plásticas, que são exportadas para mais de 18 países.
A previsão é que os primeiros testes operacionais da nova estrutura ocorram no primeiro trimestre de 2027, quando os equipamentos deverão começar a passar pelas fases de ajuste e validação.
No centro da nova estrutura está uma onduladeira de alta performance, capaz de operar a até 300 metros por minuto. O equipamento transforma bobinas de papel em chapas de papelão ondulado com eficiência e velocidade industrial. Na sequência do processo, duas impressoras industriais entram em operação para imprimir e cortar as chapas, transformando-as em embalagens com acabamento preciso e padrão de qualidade elevado, com capacidade de produzir até 250 caixas por minuto.
“Quando você tem controle sobre mais etapas da produção, você tem mais autonomia para inovar, mais agilidade para atender o cliente e mais capacidade de garantir qualidade do começo ao fim. É isso que essa nova unidade representa para a Galvanotek”, afirma Jeancarlo Piccinini, coordenador de vendas da empresa.
Portfólio de produtos
A versatilidade dos equipamentos também amplia o portfólio de produtos. Além das embalagens convencionais de papelão, as máquinas serão capazes de produzir soluções específicas para o setor alimentício, como caixas para pizza, embalagens para delivery, caixas para sanduíches e bandejas de papel, segmento em forte crescimento no Brasil, impulsionado pelo avanço do food service e da cultura de delivery.
“O mercado de embalagens para alimentos exige cada vez mais velocidade, personalização e consistência. Com essa estrutura, conseguimos atender a essa demanda com um nível de eficiência que antes não era possível”, destaca Piccinini.
Com o investimento, a Galvanotek quer ampliar a autonomia, diversificando o portfólio e fortalecendo sua capacidade de atender à crescente demanda por soluções em embalagens no Brasil.
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