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Capa Atualidades

Informalidade: a ‘muleta’ que sustenta os números do trabalho na Bahia

O recorde histórico de pessoas ocupadas no estado ( 6,511 milhões), no ano passado, esconde uma realidade de precarização: sem carteira assinada e com baixa valorização salarial, o trabalhador baiano vive o paradoxo de estar empregado, mas sem renda para prosperar

GERALDO BASTOS por GERALDO BASTOS
20/02/2026
em Atualidades
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
Desemprego na Bahia avança

Em 2025, taxa de desocupação na Bahia fica em 8,7%, a mais baixa da série histórica

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A  Bahia fechou 2025 com a menor taxa de desemprego  de sua história, 8,7%, mas o ganho de emprego ainda não se traduziu em melhoria significativa na renda. O rendimento médio real dos trabalhadores chegou a R$2.284, crescimento tímido de apenas 1,8% em relação a 2024, o 2º mais baixo do país. O paradoxo é evidente: mais pessoas estão trabalhando, mas a remuneração segue limitada, mantendo o poder de compra da população em níveis baixos e reforçando desigualdades históricas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (20) pelo IBGE.

O  avanço do emprego foi impulsionado pelo crescimento da população ocupada, que atingiu 6,511 milhões de pessoas, aumento de 3,4% em um ano, e pela queda da população desocupada, que recuou 18,8%, chegando a 621 mil pessoas.

No entanto, a informalidade voltou a subir, chegando a 52,8% da força de trabalho, impulsionada pelo crescimento do trabalho por conta própria sem CNPJ. Em outras palavras, 8 em cada 10 novas vagas criadas em 2025 foram precárias, sem direitos garantidos ou segurança jurídica.

A distribuição de rendimento também mostra fragilidades. Enquanto a massa salarial total do estado atingiu R$14,587 bilhões, recorde histórico, o aumento foi concentrado em grupos de baixa formalidade e rendimento individual, especialmente autônomos e trabalhadores informais.   Salvador e municípios da região metropolitana  tiveram aumentos no rendimento médio, mas continuam entre os mais baixos do país, reforçando que o crescimento do emprego não é sinônimo de avanço econômico real para a população.

desemprego

O teto de vidro da economia baiana

O fechamento de 2025 consolida uma mudança no perfil da crise baiana. O problema deixou de ser a falta absoluta de postos –  já que o estoque de trabalhadores é o maior da história –  e passou a ser a qualidade da inserção.

A dependência extrema da informalidade e do trabalho autônomo de baixa produtividade cria um “teto de vidro” para o PIB estadual. A massa de rendimento até cresceu (R$ 14,5 bilhões), mas impulsionada mais pelo volume de pessoas do que pelo valor dos salários.

Sem uma política de reindustrialização ou atração de serviços de alto valor agregado, a Bahia corre o risco de normalizar o fenômeno do “trabalhador pobre”: aquele que está ocupado, mas cuja renda mal supre as necessidades básicas.

renda

 

O paradoxo do trabalho na Bahia

Recordes históricos e o “Top 3” do desemprego

  • Taxa de desocupação estadual: 8,7% em 2025, queda pelo 4º ano consecutivo
  • Salvador:8,9%, menor desde 2012, mas ainda entre as capitais com maior desemprego.
  • Região Metropolitana de Salvador (RMS): 10,1%, a mais alta entre as regiões metropolitanas do país, mesmo com queda histórica.
  • Ponto crítico: apesar da redução, a Bahia continua acima da média nacional (5,6%) e entre os estados com maior desocupação.
  • Análise: A redução do desemprego mostra dinamismo do mercado, mas os ganhos ainda não refletem melhorias estruturais na qualidade do emprego.

Crescimento da população ocupada x informalidade

  • Número de trabalhadores cresceu 3,4% (mais 216 mil pessoas) e atingiu 6,511 milhões.
  • População desocupada caiu 18,8%, chegando a 621 mil pessoas, menor patamar da série histórica.
  • Informalidade voltou a subir: 8 em cada 10 novas contratações foram informais (172 mil pessoas).
  • Taxa de informalidade: 52,8%, 3ª maior do país.
  • Análise: O crescimento do emprego é concentrado na informalidade e no trabalho por conta própria. O avanço numérico não garante estabilidade ou direitos trabalhistas, mantendo vulnerabilidades estruturais.

Rendimentos ainda muito baixos

  • Rendimento médio real da Bahia: R$ 2.284/mês, aumento de apenas 1,8% frente a 2024, a 3ª menor alta do país.
  • Salvador: R$ 3.133 (+10,7%); RMS: R$ 2.945 (+5,4%). Apesar da elevação, continuam entre os mais baixos.
  • Massa de rendimento real da Bahia (soma de todos os salários): R$ 14,587 bilhões, recorde histórico.
  • Análise: Embora o total de renda em circulação cresça, a distribuição ainda é desigual e a baixa elevação do rendimento médio compromete o consumo interno e o poder aquisitivo da população.

Perfil do mercado de trabalho

  • Trabalhadores por conta própria (autônomos) lideram o crescimento: +15,6% (251 mil), incluindo formais e informais.
  • Empregados no setor privado com carteira: +1,2% (21 mil).
  • Empregadores: -12% (menos 31 mil); setor público: -1,6% (menos 14 mil).
  • Análise: A expansão da ocupação está concentrada em atividades de menor proteção social, reforçando que o crescimento do emprego não significa redução da vulnerabilidade econômica.

Principais conclusões

  • Menor desemprego histórico, mas ainda elevado comparado à média nacional.
  • Renda média baixa e crescimento tímido, limitando a melhora da qualidade de vida.
  • Informalidade crescente, principalmente no setor autônomo, mantém fragilidade do mercado.
  • Desalento em queda, mas Bahia continua liderando o ranking nacional.
  • Massa salarial em alta indica mais dinheiro em circulação, mas não garante ganho real para a maioria.
  • Reflexão estratégica: A Bahia apresenta sinais positivos no mercado de trabalho, mas o modelo ainda privilegia quantidade sobre qualidade. Políticas de formalização, capacitação e valorização salarial são urgentes para que a redução da desocupação se traduza em desenvolvimento real.

Leia também: Entre o luxo e a logística: o desafio estrutural de Morro de São Paulo

 

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Tags: BahiadesempregoIBGE
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