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Capa Atualidades

Indústria baiana até cresceu em 2025, mas o final do ano foi um desastre

Produção cresceu apenas 0,3% no ano, enquanto dezembro registrou o pior tombo em 17 anos. O que fazer agora?

GERALDO BASTOS por GERALDO BASTOS
10/02/2026
em Atualidades
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
Refinaria de Mataripe

O grande sustentáculo do resultado veio novamente da fabricação de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis

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indústria

A  indústria da Bahia até conseguiu encerrar 2025 com crescimento, mas o número esconde mais alerta do que alívio. Segundo o IBGE, a produção industrial do estado avançou apenas 0,3% no acumulado do ano em relação a 2024, repetindo um segundo crescimento anual consecutivo,  porém abaixo da média nacional (0,6%) e distante dos estados que efetivamente aceleraram a atividade industrial.

O resultado coloca a Bahia apenas na 8ª posição entre 18 estados, em um cenário no qual quase metade das unidades da federação ainda registrou queda. Ou seja: o desempenho baiano não foi exatamente ruim, mas tampouco sinaliza um ciclo robusto de retomada.

Essa leitura cautelosa fica ainda mais clara quando se observa como esse crescimento foi construído. A alta anual só foi possível porque apenas 4 das 10 atividades da indústria de transformação cresceram, enquanto a indústria extrativa voltou a recuar (-0,5%), acumulando o quarto ano seguido de retração.

O grande sustentáculo do resultado veio novamente da fabricação de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, que cresceu 5,1% em 2025. Apesar de não ter sido a maior alta entre os segmentos, foi disparado o principal motor da indústria baiana, por responder sozinha por quase um terço de todo o valor industrial gerado no estado. O setor, aliás, acumula o quarto ano consecutivo de crescimento, reforçando sua centralidade – e também a dependência estrutural da indústria local.

Outro destaque positivo foi a fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, com alta expressiva de 11,5%, a maior entre as atividades pesquisadas, marcando o segundo avanço anual consecutivo.

Do lado negativo, a indústria química voltou a pesar contra o desempenho do estado. O setor registrou queda de 8,2%, após ter crescido em 2024, e foi o principal freio da indústria baiana no ano. Também chama atenção a forte retração da indústria de couros e calçados (-12,3%), que caiu pelo segundo ano seguido e respondeu pela segunda maior contribuição negativa do período.

indústria

Dezembro joga água fria no fechamento do ano

Se o saldo anual já é modesto, dezembro foi um choque de realidade. Um desastre. Na passagem de novembro para dezembro de 2025, a produção industrial da Bahia despencou 10,1%, já descontados os efeitos sazonais. Foi o pior resultado mensal do estado em quatro anos e a maior queda para um mês de dezembro em 17 anos.

O desempenho foi o pior entre os 15 locais pesquisados nesse tipo de comparação e muito mais intenso do que a queda nacional (-1,2%).

Na comparação com dezembro de 2024, a indústria baiana também voltou ao terreno negativo, com retração de 9,2%, interrompendo uma sequência de quatro meses de crescimento. Novamente, o resultado foi um dos piores do país – empatado com o Rio Grande do Norte e à frente apenas do Pará.

O que isso diz e por que importa

O que aconteceu

A indústria baiana cresceu em 2025, mas o fez de forma frágil, concentrada e pouco disseminada. O avanço foi sustentado por poucos setores, sobretudo o complexo de petróleo e derivados, enquanto grande parte da indústria perdeu fôlego. O tombo de dezembro escancarou essa vulnerabilidade.

Por que isso importa

Porque um crescimento de 0,3%, após anos de desempenho irregular, não altera o patamar industrial do estado. A forte dependência de um único segmento deixa a indústria baiana exposta a choques específicos, sejam eles de preços, demanda ou regulação. Além disso, a queda abrupta no fim do ano levanta dúvidas sobre o ritmo de 2026, especialmente em um ambiente de juros ainda elevados, crédito restrito e demanda instável.

O que fazer  

O dado exige mais do que comemoração estatística. Ele reforça a necessidade de:

  • Diversificar a base industrial, reduzindo a dependência excessiva do setor de petróleo e derivados;
  • Reativar segmentos tradicionais, como o químico e o de couros e calçados, hoje em retração;
  • Apostar em investimentos produtivos, inovação e encadeamento industrial, para transformar crescimento pontual em trajetória sustentável.

Em resumo: a indústria da Bahia fechou 2025 no positivo, mas o desempenho de dezembro deixa claro que o sinal está longe de ser verde. É um crescimento que pede leitura crítica – e ação.


Leia também: Mapa dos royalties: veja onde a mineração mais gera receita na Bahia


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Tags: BahiacalçadosIBGEindústriaindústria de transformaçãoindústria extrativaindústria química
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