Em dezembro de 2025, a cesta básica em Salvador voltou a subir e alcançou R$607,48, alta de 1,55% em relação a novembro e de 4,04% na comparação com dezembro de 2024. , segundo o Dieese. O aumento foi puxado principalmente por tomate, banana, carne bovina e óleo de soja, itens sensíveis ao clima e ao custo logístico. Mesmo com quedas em produtos importantes, como arroz, leite e feijão, o alívio foi insuficiente para conter a pressão no orçamento. No recorte anual, o café chama atenção: disparou mais de 48%, sinal claro de distorções persistentes nos preços. Para comprar a cesta, o trabalhador soteropolitano precisou de 88 horas de trabalho em dezembro. O tempo é menor que há um ano, mas maior que em novembro, mostrando um vaivém incômodo. No fim das contas, 43,26% da renda líquida foi comprometida com alimentação básica. A inflação até desacelera em alguns itens, mas o custo de viver segue elevado.
Leia também: Bahia cresce acima do Brasil em 2025, mas entra em 2026 sob pressão















