Indústria News
  • Análises
  • Leitura Rápida
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Indústria em Foco
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Memória da Indústria
    • Mineração
    • Química & Petroquímica
    • Radar da Indústria
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Análises
  • Leitura Rápida
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Indústria em Foco
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Memória da Indústria
    • Mineração
    • Química & Petroquímica
    • Radar da Indústria
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Turismo & Aviação

BNDES aprova R$4,64 bi para Aena ampliar e modernizar 11 aeroportos

Recursos serão disponibilizados via subscrição de debêntures e linha Finem; valor total do projeto é de R$ 5,7 bilhões

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
01/12/2025
em Turismo & Aviação
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
Congonhas

O maior volume de investimentos será realizado no Aeroporto de Congonhas (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

O  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou apoio no valor total de R$4,64 bilhões para fortalecer o plano de investimentos em ampliação, modernização e manutenção em 11 aeroportos administrados pela Aena no país: Congonhas (São Paulo/SP), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS), Corumbá (MS), Santarém (PA), Marabá (PA), Carajás (PA), Altamira (PA), Uberlândia (MG), Uberaba (MG) e Montes Claros (MG).

A oferta pública de emissão de debêntures foi coordenada pelo BNDES em sindicato com o Santander, totalizando R$5,3 bilhões. O apoio financeiro do BNDES inclui tanto a subscrição de debêntures, no valor de R$4,24 bilhões, quanto um financiamento via linha Finem, no valor de R$400 milhões. Somando debêntures (R$5,3 bi) e linha Finem do BNDES (R$400 mi), o financiamento total para a Aena será de R$5,7 bilhões.

Durante a implantação do projeto, a estimativa é de geração de mais de 2 mil empregos diretos e indiretos. Após as obras, serão mais de 700 novos empregos.

Os recursos permitirão a execução da Fase I-B das concessões, que compreende a ampliação e a adequação dos aeroportos para o atendimento às especificações mínimas de infraestrutura, para o aumento de capacidade operacional e para melhorias estruturais e de sustentabilidade. Nessa fase, estão os principais investimentos da concessão. O prazo para a conclusão é junho de 2028, no caso do Aeroporto de Congonhas, e junho de 2026, para os demais aeroportos.

Congonhas

O maior volume de investimentos (R$2 bilhões) será realizado no Aeroporto de Congonhas, que vai ganhar um novo terminal de passageiros, com mais que o dobro do tamanho atual, passando de 40 mil m2  para 105 mil m2. O pátio de aeronaves também será ampliado, com melhorias na eficiência operacional. O aeroporto contará com mais pontes de embarque, que passarão de 12 para 19. Já a área comercial terá mais de 20 mil m2.

“O apoio do BNDES é resultado da determinação do governo do presidente Lula de ampliar o número de passageiros nos aeroportos do país, garantindo a qualidade do atendimento e o conforto, tendo em vista que o número vem crescendo com a expansão sustentada da economia. Em 2024, os 11 aeroportos movimentaram 27,5 milhões de pessoas, representando 12,8% do total de passageiros nos aeroportos brasileiros”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“Esses investimentos de mais de R$4 bilhões são uma ótima notícia e vêm se somar a outras iniciativas do governo federal, como o Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), o programa de debêntures incentivadas e os incentivos fiscais do REID. Junto com o BNDES, estamos empenhados em incentivar o desenvolvimento da aviação brasileira e o fortalecimento da infraestrutura aeroportuária”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

“O Brasil é um país estratégico para o Grupo Aena e, com esse Project Finance non-recourse, o Grupo cumpre também um passo importante em seu plano de investimentos no exterior e consolida a sua posição como maior gestor aeroportuário do mundo. Com esses recursos, vamos avançar em obras e melhorias essenciais, garantindo aeroportos mais modernos, eficientes, seguros e confortáveis”, ressaltou Rodrigo Rosa, Diretor Econômico-Financeiro (CFO) da Aena Brasil.

Inovação financeira 

O financiamento foi modelado pelo BNDES como um project finance non recourse, em que o pagamento é feito com o fluxo de receitas do projeto. Por meio de um mecanismo financeiro inovador estruturado pelo BNDES, após a conclusão das obras, a Aena poderá refinanciar a dívida em condições potencialmente melhores, com a mudança no custo financeiro (repricing). Esse mecanismo, ao mesmo tempo que permite potencial redução do custo da dívida, elimina totalmente o chamado risco de rolagem e garante o funding de longo prazo do projeto, beneficiando o projeto, os usuários e os investidores.

“É motivo de grande orgulho para o Santander ter atuado como Assessor Financeiro Exclusivo da Aena e Coordenador Líder dessa captação, em parceria com o BNDES, além de apoiá-los na obtenção do rating AAA (escala nacional) pela Moody’s. A combinação entre as debêntures e o Finem do BNDES, em uma estrutura non-recourse e com um inovador mecanismo de reajuste automático (repricing), garante capital de longo prazo para ampliar, modernizar e tornar mais sustentáveis os 11 aeroportos do bloco SP/MS/PA/MG”, comentou Renato Ejnisman, Vice-Presidente do Santander Corporate & Investment Banking.

A empresa

A Aena é a maior operadora aeroportuária do mundo em números de passageiros, responsável pela gestão de 46 aeroportos e dois heliportos na Espanha. Também detém 51% do Aeroporto de Londres-Luton e atua no México (12 aeroportos) e Jamaica (2). No Brasil, além dos 11 aeroportos já mencionados, a Aena administra os aeroportos de Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Juazeiro do Norte (CE) e Campina Grande (PB), que também contaram com o apoio do BNDES, de R$ 1,04 bilhão.


Leia também: Indústria trava, construção avança: o retrato do emprego em outubro na Bahia

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: AenaAracajuBNDESCongonhasSão Paulo
Artigo Anterior

Indústria trava, construção avança: o retrato do emprego em outubro na Bahia

Próximo Artigo

Do alambique à indústria 4.0: Weber Haus dá o maior salto da história com nova fábrica

NOTÍCIAS RELACIONADAS

TAP Avião

TAP amplia voos de Lisboa para Salvador no Carnaval

Barra da Siribinha

Conde: belezas naturais, turismo acessível e um litoral que não fica devendo a ninguém

Voo para o Panamá

Um voo, muitos interesses: Panamá vira atalho estratégico da Bahia

Turistas

Brasil recebeu 9,2 milhões de turistas internacionais em 2025

Próximo Artigo
Weber Haus

Do alambique à indústria 4.0: Weber Haus dá o maior salto da história com nova fábrica

centro de convenções

Centro de Convenções Salvador e aeroporto fecham parceria

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

educação

Piso do magistério tem reajuste de 5,4%; veja o novo valor

Polimix

Polimix amplia aposta na Bahia com novas fábricas e reforço logístico

Replan

Petrobras acelera refino, bate recordes e prepara salto renovável

Juros indicador

Confiança do empresariado emenda a 4ª alta consecutiva

ministério da educação

Governo recompõe orçamento para educação e ciência

indústria papel

Confiança da indústria melhora, mas registra o pior janeiro em dez anos

WEBINAR DA INDÚSTRIA

Amanda Simões

Do petróleo ao detergente: a virada empreendedora por trás da dáSim

Vladson Menezes

Bahia cresce acima do Brasil em 2025, mas entra em 2026 sob pressão

+VISTAS EM 24 hORAS

  • BYD

    Modelo produtivo da BYD entra no radar da Anfavea

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Fratelli Vita: bebidas, cristais e o sabor que marcou uma geração

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Polimix amplia aposta na Bahia com novas fábricas e reforço logístico

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Confiança da indústria melhora, mas registra o pior janeiro em dez anos

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Certificação global impulsiona carreira e salários no setor eólico no Brasil

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Petrobras acelera refino, bate recordes e prepara salto renovável

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • A Semana
  • Atualidades
  • IndústriaCast
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Leitura Rápida
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.