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Capa Atualidades

Indústria e agro em alta: os 10 benefícios do acordo Mercosul–Efta

Acordo amplia acesso a mercados de alto poder aquisitivo, reduz tarifas e abre espaço para mais de 700 produtos

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
17/09/2025
em Atualidades
Tempo de Leitura: 3 minutos
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exportações

CNI avalia como estratégico o acordo Mercosul-Efta, que amplia exportações brasileiras e fortalece relações econômicas com países europeus (Foto: Giberto Sousa/CNI)

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O  Acordo de Livre Comércio assinado nesta terça-feira (16) entre o Mercosul e a Efta (Associação Europeia de Livre Comércio) abre novas portas para a indústria brasileira participar de mercados de alto poder aquisitivo e fortalecer relações econômicas com países que já são relevantes para o Brasil. A avaliação é da  Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os países que compõem o bloco econômico europeu (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) têm, juntos, 14,3 milhões de habitantes e estão entre os maiores PIB per capita do mundo. Os moradores dessas regiões são consumidores com alto poder aquisitivo, portanto, um mercado atrativo para o Brasil – que vem crescendo ao longo dos últimos anos. Entre 2015 e 2024, a corrente de comércio (exportações + importações) do Brasil com a EFTA aumentou 36,7%. E um mapeamento recentes aponta que o Brasil ainda tem mais de 700 produtos com potencial de exportação para esses países.

O bloco é a 4ª maior fonte de investimentos estrangeiros diretos no mundo. No Brasil, o estoque de investimentos desses quatro países chegou à cifra recorde de US$46,2 bilhões em 2023. E o estoque brasileiro na Efta  também atingiu um recorde no mesmo ano: US$ 11,7 bilhões.

Em relação ao comércio de serviços, as relações entre Brasil e Efta também se destacam. O bloco é o terceiro maior parceiro do Brasil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da União Europeia.

Confira 10 benefícios

1 –  Redução total de tarifas de importação para a indústria

Redução imediata de tarifas para produtos industriais brasileiros, ampliando a competitividade da indústria nacional no mercado da Efta.

2 – Quotas tarifárias para produtos da agroindústria

Quotas específicas para produtos agrícolas processados como carnes, café torrado e farelo de soja. Por exemplo, os países da Efta concederão uma quota de 3.665 toneladas para carnes bovinas do Mercosul.

3 –  Regras de origem mais flexíveis

O exportador poderá escolher entre dois modelos para comprovar que o produto é brasileiro: certificação de origem por entidade habilitada ou autocertificação. Isso reduz burocracias, custos e facilita o acesso ao mercado.

4 –  Proteção à indústria nacional

O acordo prevê a possibilidade de aplicar salvaguardas (medidas temporárias de proteção) caso a entrada de produtos estrangeiros cause prejuízos à indústria brasileira. Isso permite que setores produtivos tenham mais tempo para se adaptar a mudanças inesperadas no mercado.

5 –  Redução de barreiras técnicas

Mercosul e Efta se comprometem a harmonizar regras técnicas, como, por exemplo, os compromissos assumidos sobre certificações de produtos eletrônicos, evitando exigências duplicadas que encarecem o comércio.

6 – Regras sanitárias mais ágeis para o comércio agroindustrial

O sistema de pre-listing permite que o país exportador envie uma lista de empresas que seguem as normas sanitárias, sem necessidade de inspeções prévias. Isso agiliza o comércio de alimentos e produtos da agroindústria.

7 – Comércio de serviços com foco em sustentabilidade

O Brasil incluiu uma cláusula inédita em seus acordos comerciais: para empresas estrangeiras prestarem serviços digitais ao Brasil, o país de origem deve gerar pelo menos 67% de sua energia elétrica a partir de fontes limpas (como solar, eólica ou hidrelétrica). Noruega e Islândia adotaram a mesma exigência para serviços brasileiros.

8 –  Proteção à propriedade intelectual

O acordo protege indicações geográficas brasileiras (como o queijo Canastra ou o café do Cerrado), fortalecendo a imagem dos produtos nacionais no exterior.

9 –  Compras governamentais

Empresas brasileiras poderão disputar licitações públicas nos países da EFTA. O Brasil manteve exceções para preservar políticas industriais e sociais, como exigências de conteúdo local ou transferência de tecnologia.

10 –  Desenvolvimento sustentável

O acordo reafirma compromissos ambientais internacionais e prevê cooperação contínua entre os países para integrar questões sociais e ambientais às relações comerciais.


Leia também: Bahia ganha respiro: setor de celulose se beneficia das novas regras dos EUA

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Tags: BrasilcaféEftaeólicaMercosulsolar
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