Em junho, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,88%. A taxa é 0,45 ponto percentual (p.p) acima da registrada em maio, que foi 0,43%. O acumulado nos últimos 12 meses foi de 5,34%, resultado superior aos 5,01% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$1.826,53 em maio, para R$1.842,65 em junho, sendo R$1.056,33 relativos aos materiais e R$786,32 relativos à mão de obra.
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,41%, caindo 0,10 ponto percentual em relação a maio (0,51%). “Quando comparado ao índice de junho de 2024 (-0,05%), no entanto, houve um aumento significativo de 0,46 ponto percentual”, explicou o gerente da pesquisa, Augusto Oliveira.
Já a parcela da mão de obra, registrou taxa de 1,52%, alta de 1,19 ponto percentual quando comparada a maio (0,33%). Se comparada a junho de 2024 (1,40%), houve aumento de 0,12 ponto percentual.
O primeiro semestre do ano fechou em 2,07% para a parcela dos materiais e 4,06% para a mão de obra. Já os acumulados em doze meses ficaram em 4,98% na parcela dos materiais e 5,87% na parcela da mão de obra.
Região Centro-Oeste
Influenciada pelas altas em Goiás e Distrito Federal, que apresentaram acordos coletivos nas categorias profissionais, a região Centro-Oeste ficou com a maior variação regional em junho, registrando 1,32%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,46% (Norte), 0,45% (Nordeste), 1,28% (Sudeste) e 0,67% (Sul).
Espírito Santo registra maior alta
Com alta na parcela dos materiais e reajustes firmados nas categorias profissionais, Espírito Santo foi o estado que registrou a maior taxa em junho, 3,06%.
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