Indústria News
  • Colunas
    • Análises
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
  • Giro das 21h
  • Leitura Rápida
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Papel & Celulose
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Colunas
    • Análises
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
  • Giro das 21h
  • Leitura Rápida
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Papel & Celulose
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Atualidades

O superávit que não empolga

Desaceleração global e concentração em commodities tornam incerto o cenário do comércio exterior baiano

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
08/01/2026
em Atualidades
Tempo de Leitura: 3 minutos
A A
Porto exportações

As importações alcançaram US$ 9,31 bilhões em 2025 com queda de 12,8% (Foto: Jean Vagner/Ascom SEI)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

A  balança comercial da Bahia fechou 2025 no azul, mas com sinais claros de enfraquecimento. As exportações somaram US$11,52 bilhões, queda de 3,2% frente a 2024, enquanto as importações recuaram 12,8%, para US$ 9,31 bilhões. O superávit de US$2,21 bilhões reflete menos força do comércio exterior e mais retração da atividade – dentro e fora do estado. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan).

O principal problema não foi volume, mas preço. Os valores médios dos produtos exportados caíram 5,4%, pressionados pela desaceleração global, pela queda das commodities e pelo ambiente de incerteza provocado pela política comercial dos Estados Unidos e pela guerra comercial com a China. Mesmo com alta de 2,3% no volume embarcado no ano, especialmente no último trimestre, a perda de preços falou mais alto.

A pauta segue concentrada e vulnerável. A indústria de transformação respondeu por US$6,8 bilhões em exportações, mas registrou queda de 6% em valor, afetada por derivados de petróleo, químicos, papel e celulose e metalurgia. Já o agro sustentou parte do desempenho: soja, algodão, cacau e café bateram recordes de volume e, em alguns casos, de receita. Ainda assim, a soja ilustra o dilema baiano –  embarcou mais, faturou menos, penalizada por uma queda média de 8,7% nos preços.

A China manteve a liderança como principal destino, com 28,4% das exportações, mas também sentiu o efeito da desvalorização dos preços. Os EUA, por sua vez, perderam espaço: as vendas caíram 7,1%, impactadas diretamente pelo tarifaço que atingiu produtos relevantes da pauta estadual.

Importações

Do lado das importações, a queda foi puxada quase exclusivamente pela retração nas compras de combustíveis (-41,7%), reflexo de preços menores e ajustes na demanda. Em contraste, chamam atenção dois movimentos opostos: o forte crescimento das importações de bens de capital (+60%), sinalizando investimentos de médio e longo prazo, e a explosão das compras de bens de consumo (+175%), especialmente veículos e itens alimentares – um alerta para a indústria local.

Para 2026, o cenário segue desafiador. A recuperação das exportações dependerá menos de volume e mais de preços, além de uma eventual normalização do ambiente geopolítico. Sem diversificação da pauta e maior valor agregado, a Bahia continuará refém do humor das commodities e das decisões tomadas fora do estado. O saldo pode até continuar positivo, mas isso, isoladamente, diz cada vez menos sobre dinamismo econômico.

Para ficar atento

  • Superávit com sinal trocado: a Bahia fechou 2025 com saldo positivo de US$ 2,21 bilhões, mas o resultado reflete mais a forte queda das importações (-12,8%) do que ganho de competitividade nas exportações.

  • Exportações caem apesar de maior volume: as vendas externas recuaram 3,2%, mesmo com alta de 2,3% no volume embarcado, evidenciando o impacto da queda de 5,4% nos preços médios.

  • Pauta concentrada segue vulnerável: a indústria de transformação perdeu 6% em valor exportado, enquanto o agro sustentou parte do desempenho com recordes de volume – mas pressionado por preços mais baixos, especialmente da soja.

  • China cresce em volume, perde em valor: principal destino das exportações baianas, o país asiático respondeu por 28,4% da pauta, mas a queda dos preços reduziu o valor total embarcado.

  • EUA recuam sob efeito do tarifaço: as exportações para o mercado americano caíram 7,1%, atingindo setores-chave da pauta estadual e expondo riscos geopolíticos ao comércio exterior baiano.

  • Importações mostram sinais mistos: queda expressiva nos combustíveis contrasta com forte alta de bens de capital (+60%) e explosão das compras de bens de consumo (+175%), indicando investimentos pontuais e pressão competitiva sobre a indústria local.


Leia também: Após ano recorde, Minha Casa, Minha Vida chega a 2026 com mais recursos

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: algodãoBahiabalança comercialcacauChinaEstados Unidosexportaçõesimportaçõesindústria de transformaçãoSEIsoja
Artigo Anterior

Quer carteira assinada antes dos 24? Bahia abre 2,5 mil vagas para jovens aprendizes

Próximo Artigo

Um voo, muitos interesses: Panamá vira atalho estratégico da Bahia

NOTÍCIAS RELACIONADAS

chromoplast

Chromoplast completa 25 anos e projeta dobrar produção até 2030

Noruega

Brasil perde da Noruega e escreve mais um capítulo de frustração em Copas

Indústria reciclagem

Economia circular ainda é desconhecida para 4 em cada 10 brasileiros

Braskem

Cooperativas recolhem 1.296 toneladas de resíduos na Bahia em cinco meses

Próximo Artigo
Voo para o Panamá

Um voo, muitos interesses: Panamá vira atalho estratégico da Bahia

Setor mineral

Quando crescer 0% diz muita coisa

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Orguel

Orguel abre vagas para profissionais com deficiência

indicador

Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 5,30%

Alubar

Alubar Metais e Cabos recebe selo Empresa Pró-Ética da CGU

WEBINAR DA INDÚSTRIA

FUP

Deyvid Bacelar diz que Petrobras vive nova fase e detona privatização de refinaria baiana

rapahella

Macaúba, etanol de milho e biometano: por que a Bahia está no radar da transição energética

COLUNAS

indústria

Ferbasa, Suzano e GPS: os movimentos que redesenham a indústria nesta semana

Prado, a cidade que viu Cabral chegar e assistiu a vizinha ficar com a fama

Prado, a cidade que viu Cabral chegar e assistiu a vizinha ficar com a fama

Jair Bolsonaro

Giro das 21h: Prisão de Bolsonaro, urnas no Peru e cerco de R$10 bi ao PCC

2 de julho

Tarifaço domina o debate político; Bahia reforça protagonismo histórico no 2 de Julho

+VISTAS EM 24 hORAS

  • ArcelorMittal

    Aço brasileiro ganha força verde com nova certificação da ArcelorMittal

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Chromoplast completa 25 anos e projeta dobrar produção até 2030

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Alubar Metais e Cabos recebe selo Empresa Pró-Ética da CGU

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Grupo Penha conclui expansão de R$200 milhões e amplia produção em 40%

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Economia circular ainda é desconhecida para 4 em cada 10 brasileiros

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Ferbasa, Suzano e GPS: os movimentos que redesenham a indústria nesta semana

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análises
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.