Indústria News
  • Conteúdos Exclusivos
    • 5 PERGUNTAS
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Conteúdos Exclusivos
    • 5 PERGUNTAS
    • Análise
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Química & Petroquímica

Por que a indústria química entrou na disputa contra o tarifaço dos EUA

Abiquim vê riscos para a indústria química caso os EUA mantenham tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros

MARCELO SAMPAIO por MARCELO SAMPAIO
13/07/2026
em Química & Petroquímica
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
indústria química
Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

Selo Conteúdo original

A  proposta dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros abriu uma nova frente de preocupação para a indústria química nacional. Nesta segunda-feira (13), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) pediu formalmente ao governo americano que exclua os produtos químicos e petroquímicos da medida, argumentando que a taxação prejudicaria não apenas as exportações brasileiras, mas também a própria indústria dos Estados Unidos.

O tema tem peso especial para a Bahia, que abriga o Polo Industrial de Camaçari, um dos maiores complexos petroquímicos da América Latina e responsável por parcela significativa da produção nacional de químicos, resinas e intermediários industriais. Embora a eventual tarifa atinja exportações brasileiras para o mercado americano, seus efeitos podem se espalhar por toda a cadeia produtiva instalada no país.

Segundo a manifestação encaminhada pela Abiquim ao Office of the United States Trade Representative (USTR), a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos no setor químico é marcada pela complementaridade, e não pela concorrência direta. Em 2025, os Estados Unidos exportaram cerca de US$11,5 bilhões em produtos químicos para o Brasil, enquanto as vendas brasileiras ao mercado americano somaram aproximadamente US$2,1 bilhões, garantindo um superávit de US$9,4 bilhões para os norte-americanos.

Na avaliação da entidade, esses números demonstram que a aplicação de novas tarifas dificilmente corrigiria desequilíbrios comerciais. Pelo contrário, poderia elevar custos para fabricantes americanos que utilizam insumos produzidos no Brasil e reduzir a competitividade de setores como embalagens, saúde, higiene, construção civil, agricultura e indústria automotiva.

Outro argumento apresentado pela Abiquim diz respeito à concorrência internacional. De acordo com a associação, para 91,8% dos produtos brasileiros potencialmente afetados, a China já figura entre os fornecedores do mercado norte-americano. Na prática, restringir a entrada de produtos brasileiros poderia ampliar o espaço de empresas asiáticas, sem necessariamente beneficiar fabricantes dos Estados Unidos.

Bahia pode sentir os efeitos

Embora ainda não exista uma estimativa oficial para os impactos regionais, o setor acompanha a discussão com atenção. A indústria química e petroquímica está entre as atividades de maior peso na economia industrial baiana, tanto pela geração de empregos quanto pela participação nas exportações e pela integração com segmentos como plástico, fertilizantes, combustíveis, higiene, construção civil e indústria automotiva.

Uma eventual redução da competitividade das exportações brasileiras pode afetar investimentos, produção e planejamento das empresas que operam no Polo de Camaçari, especialmente em um momento em que a indústria busca ampliar mercados internacionais diante da desaceleração da demanda em algumas economias.

Negociação em vez de novas barreiras

Além de pedir a retirada dos produtos químicos da proposta tarifária, a Abiquim também solicitou que o setor fique fora da investigação paralela relacionada a alegações de trabalho forçado.

A entidade defende que Brasil e Estados Unidos aprofundem a cooperação por meio de uma agenda voltada à facilitação do comércio, convergência regulatória, inovação tecnológica e fortalecimento das cadeias produtivas, em substituição à adoção de novas barreiras comerciais.

“A parceria entre Brasil e EUA foi construída ao longo de décadas com base na integração industrial, nos investimentos e na confiança entre os dois países. Preservar esse ambiente de cooperação é fundamental para ampliar a competitividade, estimular novos investimentos e fortalecer cadeias produtivas que geram benefícios para empresas, trabalhadores e consumidores de ambos os lados”, diz André Passos Cordeiro, presidente-executivo da Abiquim.

ANÁLISE INDÚSTRIA NEWS

A preocupação da Abiquim vai além das exportações imediatas. O setor químico ocupa posição estratégica porque abastece praticamente toda a indústria de transformação. Quando seus produtos ficam mais caros ou perdem competitividade, o efeito tende a se espalhar por diferentes cadeias produtivas.

Para a Bahia, a discussão ganha importância adicional. O Polo de Camaçari reúne empresas que fornecem matérias-primas para diversos segmentos industriais e depende da previsibilidade das relações comerciais internacionais para manter investimentos e ampliar mercados. Em um cenário de crescente disputa geopolítica e reorganização das cadeias globais de suprimentos, medidas tarifárias podem produzir efeitos muito além das estatísticas do comércio exterior.

O QUE FICA DESSA HISTÓRIA

O debate sobre o tarifaço deixa claro que as disputas comerciais entre grandes economias não afetam apenas as empresas exportadoras. Em setores como o químico e o petroquímico, onde cadeias produtivas são altamente integradas, uma barreira tarifária pode alterar fluxos de comércio, reduzir competitividade e redirecionar investimentos. Para a Bahia, sede de um dos maiores polos petroquímicos do hemisfério sul, acompanhar essa negociação é mais do que uma questão diplomática: é uma agenda diretamente ligada ao futuro da indústria instalada no estado.


Leia também: Corrida pelo lítio avança em Minas: Atlas Lithium mira operação comercial em 2027

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: AbiquimAssociação Brasileira da Indústria QuímicaBahiaBrasilCamaçariChinacombustíveisconstrução civilEstados Unidosfertilizanteshigieneindústria químicaplásticoPolo Industrial de Camaçari
Artigo Anterior

STF endurece, Trump pressiona e mercado aguarda os próximos capítulos

Próximo Artigo

O distrito que nasceu antes do Polo e perdeu o posto de vitrine da Bahia

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Braskem Idesa

Braskem Idesa chega ao limite do caixa e recorre à proteção judicial nos EUA

Indústria química

Menos EUA, mais mundo: a nova rota da indústria química brasileira

Braskem

A Inteligência Artificial já está dentro das fábricas da Bahia

Cibra aposta em programa de fidelidade para ganhar mercado

Senado aprova incentivos para a indústria de fertilizantes

Próximo Artigo
CIA

O distrito que nasceu antes do Polo e perdeu o posto de vitrine da Bahia

Gasolina e diesel ficam mais caros

ANP lança aplicativo que localiza e seleciona postos de combustíveis

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

vale

Vale quer destravar mineração e vê potencial de R$1,3 trilhão para o Brasil

Orizon

Orizon investe R$69,2 milhões para aumentar fatia na Ecourbis

 Jacobina Mineração

Menos burocracia, mais previsibilidade: o novo passo da Jacobina Mineração

WEBINAR DA INDÚSTRIA

elisa

O novo mapa do petróleo passa por Sergipe

Leandro Hiebl, CEO da AgilFix

Alta do plástico acelera negócios de fabricante de cintas reutilizáveis

COLUNAS

Lula

Giro das 21h: crise no varejo, petróleo no Amapá e decisões decisivas no Judiciário

Petrobras

Petróleo amplia fronteira e coloca a indústria diante de um novo ciclo

nova viçosa

Nova Viçosa: o destino que ainda precisa descobrir sua força

Casas Bahia

Tensão eleitoral, guinada trabalhista no Senado e chacoalhão no varejo marcam a sexta-feira

+VISTAS EM 24 hORAS

  • Carlos Alfano

    A indústria precisa recuperar a competitividade

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Robôs industriais: como funcionam e por que se tornaram estratégicos

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Menos burocracia, mais previsibilidade: o novo passo da Jacobina Mineração

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Casa do Celular lança novo modelo de negócios

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Petrobras avança em projeto inédito de captura e armazenamento de carbono

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Empresas ligadas à mineração financiam projetos de esporte e cultura na Bahia

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análise
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • 5 PERGUNTAS
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.