Indústria News
  • Conteúdos Exclusivos
    • Análises
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Conteúdos Exclusivos
    • Análises
    • Giro das 21h
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
    • Webinar da Indústria
  • Leitura Rápida
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Atualidades

Redução da jornada ameaça elevar em até 11% a folha da indústria

Fim da escala 6x1 pode aumentar despesas da indústria em até R$ 87,8 bi

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
23/02/2026
em Atualidades
Tempo de Leitura: 3 minutos
A A
indústria geral

Redução da jornada pode aumentar custos das empresas em até R$ 267 bilhões ao ano (Foto: CLARABOIA FILMES/CNI)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que a proposta de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas pode elevar entre R$178,2 bilhões e R$267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia, o equivalente a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos. A projeção considera dois cenários para a manutenção do nível de horas trabalhadas: a realização de horas extras aos empregados atuais ou a contratação de novos trabalhadores. Proporcionalmente, o impacto para o setor industrial pode ser ainda maior, chegando a até 11,1% da folha de salários e resultando em aumento de despesas de R$87,8 bilhões no primeiro cenário e de R$58,5 bilhões anuais no segundo.

Segundo a projeção da CNI, os impactos serão sentidos com maior força na indústria da construção e nas micro e pequenas empresas industriais. De um total de 32 setores industriais, 21 apresentariam elevação de custos acima da média da indústria, independentemente da estratégia adotada pela empresa para manter o número de horas atuais de produção.

Exemplos de impactos por setores econômicos

    • Indústria da transformação: de 7,7% a 11,6%
    • Indústria da construção: de 8,8% a 13,2%
    • Comércio: entre 8,8% e 12,7%
    • Agropecuária: 7,7% e 13,5%

A proposta tem como resultado imediato o aumento de aproximadamente 10% no valor da hora trabalhada regular para os empregados cujo contrato de trabalho atual exceda 40 horas semanais. Caso as horas não sejam repostas, a redução do limite semanal resultará em queda da atividade econômica.

“Esses dados, combinados com as análises que estamos fazendo sobre o tema, mostram que o mais provável é que a produção seja reduzida e o custo unitário do trabalho aumente, trazendo pressão de custos e perda de competitividade das empresas nacionais. Essa dinâmica provoca queda da produção, do emprego e da renda e, consequentemente, do PIB brasileiro”, alerta o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Micro e pequenas empresas 

As empresas industriais de menor porte seriam as mais impactadas pela redução da jornada de trabalho, uma vez que a proporção de empregados com jornadas superiores a 40 horas semanais é maior nessas empresas.

A CNI também estimou os custos para os dois cenários – manutenção da quantidade de horas trabalhadas integralmente por meio de horas extras e manutenção da quantidade de horas trabalhadas por meio da reposição por outros trabalhadores.

No primeiro caso, empresas com até 9 empregados teriam uma alta de custos de R$ 6,8 bilhões, o que representa um aumento de 13% nos gastos com pessoal. Nas empresas com 250 empregados ou mais, o aumento chegaria a R$ 41,3 bilhões (9,8% nos gastos com pessoal).

No segundo cenário, tanto as indústrias com até 9 empregados apresentariam alta de custos de R$ 4,5 bilhões – aumento de 8,7% nos gastos com pessoal. E nas empresas com 250 empregados ou mais, o aumento chegaria a R$ 27,5 bilhões (6,6% nos gastos com pessoal).

“A dificuldade de adaptação para micro e pequenas empresas, que correspondem a 52% do emprego formal do país, mas que não dispõem de recursos ou estrutura física para ampliar equipes, será ainda maior. Como resultado, essas indústrias tendem a reduzir a produção, perder a competitividade e comprometer os postos de trabalho”, explica o presidente Alban.

Segmentos da indústria

A análise da CNI também aponta os segmentos industriais que devem ser mais fortemente afetados pela medida. No cenário de maior impacto, o segmento da construção lidera, com uma projeção de 13,2% de aumento de custos, o que totaliza R$ 19,4 bilhões por ano. Na sequência, vem a indústria de transformação (11,6% de aumento), serviços industriais de utilidade pública (eletricidade e gás, água 5,7% de aumento) e a indústria extrativa (4,7% de crescimento).

Segundo Ricardo Alban, a discussão sobre a redução da jornada e mudança da escala de trabalho exige cautela e, se não for feita com o devido debate e análise criteriosa dos impactos, corre o risco de comprometer não apenas a competitividade da indústria, mas toda a economia e o desenvolvimento do país.

“Qualquer mudança na legislação trabalhista deve considerar a diversidade de realidades produtivas do país, os efeitos sobre os setores econômicos e empresas de diferentes portes, além das disparidades regionais e do impacto sobre a competitividade e a criação de empregos formais”, conclui o presidente da CNI.


Leia também: Da crise do cacau ao luxo sustentável: como Itacaré virou a joia da Bahia

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: CNIConfederação Nacional da Indústriaindústriaindústria da construçãoRicardo Alban
Artigo Anterior

Just Bare alcança US$1 bi em vendas anuais

Próximo Artigo

O que explica o crédito estratégico do BNDES para a Klabin agora?

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Oncoclínicas

Oncoclínicas, controladora da CAM na Bahia, busca reestruturar dívida de R$5,1 bilhões

Iguá saneamento

Projeto Abastecer amplia acesso à água para famílias em situação de vulnerabilidade

BNB

BNB lança plano de ação para fortalecimento da agroindústria baiana

HOGLUND

ABB compra Høglund AS e reforça soluções para mercado naval

Próximo Artigo
klabin

O que explica o crédito estratégico do BNDES para a Klabin agora?

Engie

Rio Grande do Norte vira vitrine global com maior projeto solar da Engie

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

blanver

Indústria farmacêutica ganha fôlego com R$ 115 milhões do BNDES

PICADOR

O equipamento de 75 toneladas que vai abastecer uma das maiores fábricas de celulose do mundo

Alubar

Alubar inscreve para Programa Jovem Aprendiz

WEBINAR DA INDÚSTRIA

Leandro Hiebl, CEO da AgilFix

Alta do plástico acelera negócios de fabricante de cintas reutilizáveis

FUP

Deyvid Bacelar diz que Petrobras vive nova fase e detona privatização de refinaria baiana

COLUNAS

calçados

Junho trouxe uma boa notícia para o calçado baiano. O semestre ainda cobra a conta

Giro das 21h: alerta na BR-324, ‘pauta-bomba’ da Previdência no Senado e a Espanha na grande final

Giro das 21h: alerta na BR-324, ‘pauta-bomba’ da Previdência no Senado e a Espanha na grande final

CIA

O distrito que nasceu antes do Polo e perdeu o posto de vitrine da Bahia

Alexandre Moraes

STF endurece, Trump pressiona e mercado aguarda os próximos capítulos

+VISTAS EM 24 hORAS

  • calçados

    Junho trouxe uma boa notícia para o calçado baiano. O semestre ainda cobra a conta

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Energia solar na Bahia: O gigante adormecido que começa a despertar

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • 19 anos e 100 milhões de pneus: a trajetória da Continental em Camaçari

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Feira vai sediar a maior fábrica de placas de gesso da América Latina

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • O equipamento de 75 toneladas que vai abastecer uma das maiores fábricas de celulose do mundo

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Trabalhadores nascidos em setembro e outubro recebem abono salarial

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análises
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Giro das 21h
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • O Lado B dos Destinos
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.