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Capa Atualidades

Importações batem recorde e expõem perda de competitividade da indústria

A participação de produtos estrangeiros no consumo nacional atingiu, no ano passado, o maior nível desde 2003

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
18/12/2025
em Atualidades
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
Importações e exportações

De acordo com o estudo da CNI, a China foi o principal vetor do avanço das importações brasileiras (Foto: Iano Andrade/CNI)

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A  recuperação da demanda doméstica e da produção industrial em 2024, combinada com um cenário de desvalorização cambial, expôs o desafio da indústria brasileira de competir dentro e fora do país. Mesmo em um ambiente que favoreceria a produção nacional, a presença de produtos importados no consumo interno atingiu o maior patamar da série histórica iniciada em 2003, segundo a última edição do estudo Coeficientes de Abertura Comercial (CAC), produzido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex) e divulgado nesta quinta-feira (18). O aumento do indicador foi puxado pela presença de produtos chineses no consumo dos brasileiros.

O CAC é uma publicação anual que mede o grau de integração da indústria brasileira com o comércio exterior, por meio de quatro coeficientes – dois que avaliam as exportações e dois que medem a participação das importações no mercado brasileiro.

Em destaque no estudo, a participação de bens estrangeiros no dia a dia dos brasileiros é medida pelo coeficiente de penetração das importações, que avançou 2,2 pontos percentuais (p.p.) e passou de 24,5% em 2023 para 26,7% em 2024. O resultado chama atenção porque a forte desvalorização do real tende a encarecer produtos importados, mas ainda assim as importações cresceram 17,3% em 2024, em real e a preços constantes, impulsionadas pela expansão da produção industrial e pelo aquecimento da demanda interna.

Para a gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, os dados de 2024 chamam atenção para os desafios de competitividade que a indústria brasileira continua enfrentando. “Os coeficientes funcionam como um sinal de alerta. Na nossa avaliação, esses indicadores mostram que persistem uma série de desafios estruturais para melhorar a competitividade e a qualidade da integração da indústria brasileira no comércio internacional. São desafios que afetam a capacidade da indústria de competir no próprio mercado brasileiro e, ao mesmo tempo, de ganhar escala e espaço nos mercados externos”, afirma.

China amplia presença

De acordo com o estudo da CNI, a China foi o principal vetor do avanço das importações brasileiras. A participação de produtos chineses no consumo do Brasil subiu de 7,1% para 9,2% em 2024, um aumento de 2,1 p.p. a preços constantes, atingindo o maior nível da série histórica. O crescimento foi puxado principalmente por setores de maior valor agregado e intensidade tecnológica, como máquinas e equipamentos, máquinas e materiais elétricos e equipamentos de informática e ópticos. O levantamento também destaca a alta presença de produtos têxteis chineses no consumo brasileiro do setor.

Em conjunto, China, União Europeia, Estados Unidos e outros países europeus responderam por 18,7% do consumo aparente da indústria de transformação em 2024, acima dos 16,9% registrados em 2023. Entre as 17 regiões analisadas no estudo, apenas a China ampliou participação, enquanto a UE teve leve retração, influenciada pela menor presença de produtos químicos, farmacêuticos e elétricos.

Dependência de insumos industriais estrangeiros 

A dependência externa da indústria brasileira não se limita aos bens finais. O uso de insumos industriais importados também atingiu nível recorde: em 2024, o coeficiente de insumos importados passou de 23% para 25%, o maior da série. As importações de insumos estrangeiros cresceram 16%, em reais a preços constantes, enquanto o consumo de insumos nacionais avançou apenas 4%, evidenciando uma dependência estrutural que persiste mesmo com o câmbio desvalorizado.

Os 20 setores analisados no levantamento registraram aumento no uso de insumos importados. Os maiores avanços ocorreram em máquinas e equipamentos, outros equipamentos de transporte, vestuário e acessórios e têxteis.

Produção industrial destinada ao exterior recua

Enquanto as importações ganharam espaço, a importância do mercado externo para a indústria brasileira diminuiu. O coeficiente de exportação, que mede a parcela da produção destinada ao exterior, caiu de 19,3% em 2023 para 18,9% em 2024.

Embora as exportações da indústria de transformação tenham crescido 2,6%, em reais a preços constantes, o avanço foi menor do que a produção, diminuindo o peso relativo das vendas externas. Os EUA permaneceram como principal destino, seguidos pela UE, pela China e pelo Sudeste Asiático, que ultrapassou a Argentina no ranking de destinos da produção industrial do Brasil.

Receita com exportações

Apesar do avanço das importações, o coeficiente de exportações líquidas da indústria de transformação, medido a preços correntes, permaneceu positivo em 2024, com aumento de 9,3% para 9,6%. O indicador mostra que, no agregado, a receita com exportações superou os gastos com insumos industriais importados.

Metade dos setores analisados apresentou resultado positivo, com destaque para celulose e papel, madeira e outros equipamentos de transporte. Por outro lado, setores como equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos e têxteis registraram coeficientes negativos.

Entenda os 4 coeficientes de abertura comercial

  • Coeficiente de penetração das importações: avalia a participação dos produtos importados no consumo brasileiro.
  • Coeficiente de insumos industriais importados: mede a participação dos insumos industriais importados no total de insumos industriais adquiridos pela indústria de transformação brasileira.
  • Coeficiente de exportação: mede a participação das vendas externas no valor da produção da indústria de transformação. Com isso, mostra a importância do mercado internacional para a indústria.
  • Coeficiente de exportações líquidas: mostra a diferença, em reais, entre as receitas obtidas com as exportações e as despesas com a importação de insumos industriais, ambos medidos em relação ao valor da produção. Quando a receita com exportações supera a despesa com insumos industriais importados, o coeficiente é positivo.

Leia também: A nova ‘fábrica’ de talentos da indústria em Candeias

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Fonte: Fernanda Louise
Tags: BrasilChinaCNIConfederação Nacional da Indústriaexportaçõesimportações
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