Indústria News
  • Análises
  • Leitura Rápida
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Memória da Indústria
    • Mineração
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Análises
  • Leitura Rápida
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Memória da Indústria
    • Mineração
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Atualidades

CNI defende acordo com EUA e entrega plano emergencial ao governo federal

Sobretaxa de 50% imposta por Washington atinge setores estratégicos e põe em risco empregos e investimentos

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
30/07/2025
em Atualidades
Tempo de Leitura: 5 minutos
A A
Ricardo Alban

Alban: "A confirmação da aplicação da sobretaxa sobre os produtos brasileiros, ainda que com exceções, penaliza de forma significativa a indústria nacional" (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

A  Confederação Nacional da Indústria (CNI) reiterou nesta quarta-feira (30) que a imposição de tarifa de 50% para os produtos brasileiros, oficializada por decreto publicado pelo governo norte-americano, causa grande preocupação, pois compromete cadeias produtivas, reduz a produção, ameaça empregos e investimentos e contratos de longo prazo. A entidade descarta, contudo, a possibilidade de retaliação, e reforça que o país deve se manter unido e ampliar os canais de diálogo e de negociação com os Estados Unidos.

“A confirmação da aplicação da sobretaxa sobre os produtos brasileiros, ainda que com exceções, penaliza de forma significativa a indústria nacional, com impactos diretos sobre a competitividade. Não há justificativa técnica ou econômica para o aumento das tarifas, mas acreditamos que não é hora de retaliar. Seguimos defendendo a negociação como forma de convencer o governo americano que essa medida é uma relação de perde-perde para os dois países, não apenas para o Brasil”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Finanças

CNI questiona no Supremo mudança nas regras dos incentivos

ministro dos portos

Ministério de Portos e Aeroportos anuncia 40 leilões para 2026

Com o objetivo de atenuar os efeitos da aplicação das tarifas sobre a indústria nacional, a CNI apresentou ao governo federal uma lista 8 medidas prioritárias com diversas propostas do setor em áreas como crédito, tributação, emprego e comércio exterior. A relação foi entregue nesta quarta-feira (30) ao ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.

Conheça as medidas propostas

  • Criar linha de financiamento emergencial do BNDES, com juros de 1% a 4% a.a., específicas para capital de giro para empresas que tiverem exportações afetadas e suas cadeias produtivas;
  • Ampliar, de 750 dias para 1.500 dias, o prazo máximo entre a contratação e a liquidação do contrato de câmbio de exportação nas modalidades Antecipação de Contrato de Câmbio (ACC) e Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE), especialmente aqueles que estão em andamento, realizados por bancos públicos e desenvolvimento, após o embarque da mercadoria ou após a prestação do serviço;
  • Prorrogar o prazo e/ou carência para pagamento de financiamentos direcionados ao comércio exterior, como Proex e BNDES-Exim;
  • Aplicar direito provisório de dumping e reforçar os recursos humanos e tecnológicos para resposta rápida a desvios de comércio;
  • Adiar, por 120 dias, o pagamento de todos os tributos federais, incluindo as contribuições previdenciárias, e parcelar, em pelo menos seis parcelas mensais e sem incidência de multas e juros, o pagamento dos valores dos tributos que tiveram o recolhimento adiado;
  • Realizar o pagamento imediato dos pedidos de ressarcimento de saldos credores de tributos federais (PIS/Cofins e IPI) já homologados pela Receita Federal do Brasil e garantir compensações mais ágeis e previsíveis;
  • Ampliação do Reintegra, com elevação para 3% da alíquota de ressarcimento de tributos residuais nas exportações;
  • Reativar o Programa Seguro-Emprego (PSE) com aperfeiçoamentos.

“Nossas propostas buscam mitigar os efeitos econômicos adversos aos setores afetados pelas barreiras, preservar a capacidade exportadora das empresas brasileiras e garantir a continuidade das operações internacionais em um cenário de alta imprevisibilidade”, destaca o presidente Ricardo Alban.

Indústria avalia impactos

Uma análise preliminar do documento divulgado pela Casa Branca mostra que cerca de 700 produtos brasileiros serão isentos da tarifa de 50% (aumento de 40% nas tarifas já existentes, de 10%), aprovada pelo International Emergency Economic Powers Act (IEEPA). Importante ressaltar que eles seguirão sujeitos à tarifa de 10%, anunciadas em abril.

No entanto, setores importantes como de proteína animal e café, etanol, máquinas e equipamentos, outros manufaturados e produtos com grande relevância para a pauta exportadora brasileira, ficaram de fora da lista de exceções e enfrentarão o aumento da tarifa.

Do total das exceções previstas, 565 referem‑se a produtos destinados ao uso da aviação civil. Essas mercadorias não estarão sujeitas à tarifa adicional, desde que comprovadamente destinadas ao setor de aviação civil.

Cabe destacar que o ato normativo americano determinou que a tarifa adicional de 40% não se aplica quando já houver tarifa setorial em vigor sob a Seção 232, que incluem aço e alumínio, produtos derivados de alumínio e aço e automóveis e autopeças.

Confira exemplos de produtos isentos do tarifaço

  • Agroindústria: castanhas-do-pará, suco e polpa de laranja, frutas processadas;
  • Máquinas e equipamentos: compressores, motores, geradores, bombas, válvulas, peças industriais;
  • Aeronáutica: partes de aeronaves civis, drones, turbojatos, hélices, instrumentos de navegação;
  • Produtos químicos e minerais: ceras vegetais, derivados de petróleo, fertilizantes, minérios (ferro, níquel, silício, manganês, estanho);
  • Eletrônicos e tecnologia: telecomunicações, roteadores, monitores, baterias, circuitos impressos;
  • Energia e elétrica: transformadores, disjuntores, UPS, sistemas de iluminação e controle.
  • Outros setores: borracha vulcanizada, plásticos técnicos, fibras têxteis, papel e celulose, madeira tropical, cortiça, móveis industriais.

CNI organiza missão aos EUA

A CNI está organizando uma missão empresarial aos Estados Unidos para aproximar empresas brasileiras e americanas que mantêm relações comerciais. O objetivo é promover a sensibilização mútua sobre os impactos negativos do tarifaço e ampliar canais de interlocução, sem interferir diretamente nas negociações governamentais.

“Nosso papel é ser um facilitador e o nosso objetivo é sensibilizar as empresas para que elas sensibilizem o governo. As tarifas também vão afetar a economia americana”, disse o dirigente.

EUA são principal parceiro comercial

Brasil e Estados Unidos sustentam uma relação econômica robusta, estratégica e mutuamente benéfica alicerçada em 200 anos de parceria. Os EUA são o 3° principal parceiro comercial do Brasil e o principal destino das exportações da indústria de transformação brasileira.

O relacionamento bilateral Brasil-EUA é marcado por complementariedade, isto é, o comércio bilateral é composto por fluxos intensos de insumos produtivos. Na última década, esses bens representaram, em média, 61,4% das exportações e 56,5% das importações brasileiras.

A forte integração econômica entre os dois países é evidenciada pelas 3.662 empresas americanas com investimentos no Brasil e pelas 2.962 empresas brasileiras com presença nos Estados Unidos. Os Estados Unidos foram o principal destino dos anúncios de investimentos greenfield brasileiro no mundo entre 2013 e 2023, concentrando 142 projetos de implantação produtiva.

As exportações brasileiras para os EUA têm grande relevância para a economia nacional. Em 2024, a cada R$1 bilhão exportado ao mercado americano foram criados 24,3 mil empregos, R$531,8 milhões em massa salarial e R$3,2 bilhões em produção no Brasil. Portanto, o aumento da tarifa de importação americana para 50% impacta diretamente a economia brasileira e abala a cooperação com os EUA.


Leia também: Oleoplan expande a produção na Bahia e impulsiona a agricultura familiar

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: BNDESBrasilCNIConfederação Nacional da IndústriaEstados UnidosexportaçõesRicardo Alban
Artigo Anterior

Tarifaço de Trump tem 697 exceções; café, frutas e carnes serão taxados

Próximo Artigo

Indústria reage com duras críticas à manutenção da Taxa Selic em 15%

INDÚSTRIA NEWS

INDÚSTRIA NEWS

O portal Indústria News tem como foco principal a cobertura dos fatos relacionados à indústria da Bahia

Próximo Artigo
Indicador juros

Indústria reage com duras críticas à manutenção da Taxa Selic em 15%

Sinduscon

Sinduscon e CBIC apresentam agenda de inovação e financiamento habitacional em Brasília

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Crédito mais difícil para os industriais

Receita volta a negar taxação do Pix

Finanças

CNI questiona no Supremo mudança nas regras dos incentivos

ministro dos portos

Ministério de Portos e Aeroportos anuncia 40 leilões para 2026

FABRICA CELULOSE

A indústria baiana em novembro: bons números e a velha dependência

WEBINAR DA INDÚSTRIA

Vladson Menezes

Bahia cresce acima do Brasil em 2025, mas entra em 2026 sob pressão

Guilherme Nogueira

Bamaq amplia atuação na Bahia e reforça estratégia de longo prazo

INDÚSTRIA CAST

Energia solar em alta: Bahia é destaque nacional na geração centralizada

Energia solar em alta: Bahia é destaque nacional na geração centralizada

Adary Oliveira

Assista ao primeiro episódio da terceira temporada do IndústriaCast

+VISTAS EM 24 hORAS

  • FAFEN - Polo Industrial de Camaçari - Ba.

    Fafen Bahia volta ao jogo e o Brasil reduz uma dependência crítica

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • A indústria baiana em novembro: bons números e a velha dependência

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Acordo UE–Mercosul abre portas, mas testa a competitividade da Bahia

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Mineração Taboca se torna signatária e patrocinadora da Women in Mining Brasil

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Irani tem novo diretor de Administração, Finanças e Relações com Investidores

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • PF faz nova operação contra o Banco Master

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • A Semana
  • Atualidades
  • IndústriaCast
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • Leitura Rápida
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.