A Azul anunciou nesta quinta-feira (24/7) que recebeu aprovação final do Tribunal dos EUA para petições em seu processo de Chapter 11, incluindo a aprovação do financiamento DIP de US$1,6 bilhão. Nenhuma das aprovações de hoje concedidas pelo Tribunal norte americano sofreu objeções das partes envolvidas no processo. Isso reforça como a Azul segue trabalhando em constante parceria com os stakeholders envolvidos no processo.
Essa aprovação representa um avanço crucial no processo de reestruturação financeira da Azul, supervisionado pelo Tribunal, reforçando a capacidade da Companhia de operar normalmente enquanto avança com seu plano de transformação acelerada.
Combinado aos fluxos de caixa operacionais e ao contínuo apoio dos parceiros estratégicos da Azul, esse financiamento garante que a Companhia dispõe dos recursos necessários para continuar oferecendo um serviço seguro, confiável e de alta qualidade aos clientes no Brasil e além.
“Com a aprovação final do financiamento DIP e o suporte contínuo de nossos principais parceiros financeiros, a Azul está bem-posicionada para executar nosso plano de transformação e emergir como uma companhia aérea mais forte e competitiva”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul. “Esse resultado é um reflexo da solidez de nosso negócio e do compromisso de nossos tripulantes, clientes e parceiros, que seguem apoiando a Azul todos os dias”.
Arrendamento de aeronaves
A Companhia também protocolou o acordo previamente anunciado com a AerCap, que representa a maior parte de seu passivo de arrendamento de aeronaves. A expectativa é que somente esse acordo resulte em aproximadamente US$1 bilhão em benefícios contratuais para a Azul. O acordo está previsto para ser avaliado na próxima audiência omnibus da Azul, em 13 de agosto de 2025.
O Tribunal também autorizou a rejeição de dois contratos de arrendamento de motores inativos, o que não impacta a frota, as rotas ou a capacidade de atender clientes da Azul. “Combinadas, essas ações são um exemplo do esforço da Azul para otimizar sua frota, reduzir custos de longo prazo e fortalecer ainda mais sua estrutura de capital enquanto se posiciona para o sucesso futuro como uma organização mais ágil e mais bem posicionada para competir na dinâmica indústria da aviação”, diz a empresa, em nota.
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