A Irani decidiu apertar o passo. O Conselho de Administração aprovou a contratação de R$82,5 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para tirar do papel – literalmente – o Projeto Gaia XI.
O foco é a reforma e atualização tecnológica da Máquina de Papel 5, peça-chave na produção de papel para embalagens de papelão ondulado. A promessa é direta: aumento de 7% na capacidade produtiva e mais segurança operacional. Em outras palavras, mais eficiência com menos improviso.
O projeto já consumiu R$48,6 milhões. Agora, ganha musculatura financeira com três subcréditos enquadrados nos programas BNDES Finem e BNDES Finem Mais Inovação, com prazo de até 20 anos. Fôlego longo para investimento pesado.
A linha “Mais Inovação” não é detalhe. Ela reforça a aposta da companhia em digitalização, sensorização e produtividade. Há ainda o argumento ambiental: a Máquina 5 recicla aparas para produzir papel, alinhando expansão industrial com economia circular.
Sobre a Irani
Fundada em 1941, a Irani Papel e Embalagem S.A é hoje uma das líderes do setor de embalagens sustentáveis no Brasil. Controlada desde 1994 pelo Grupo Habitasul, tradicional grupo empresarial da região Sul do país, produz papeis para embalagens, chapas e caixas de papelão ondulado, assegurando o fornecimento de produtos de matéria-prima renovável com alta qualidade.
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