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Capa Construção

Indústria de materiais de construção entra em 2026 em compasso de espera

Pesquisa revela expectativas sobre desempenho, vendas, investimentos e uso da capacidade instalada ao fim do ano

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
22/01/2026
em Construção
Tempo de Leitura: 2 minutos
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cimento

Para 2026, a expectativa é de um ambiente mais favorável ao longo do ano

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O  encerramento de 2025 foi marcado por um ambiente de cautela e acomodação na indústria de materiais de construção. É o que aponta o Termômetro Abramat, pesquisa mensal de opinião realizada com lideranças das empresas associadas à Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), divulgada nesta quinta-feira (21).

Os dados indicam que novembro de 2025 apresentou um desempenho com viés positivo, com 41% das empresas avaliando o mês como bom e 27% como regular, refletindo um mercado ainda em processo de ajuste no fim do ano. Já em dezembro, a percepção das indústrias aponta para maior estabilidade: 32% classificaram o desempenho como bom, 41% como regular e 18% como ruim, sinalizando um cenário de atenção no curto prazo.

A cautela também se reflete nas expectativas para o início de 2026. Para janeiro, 32% das empresas esperam desempenho bom, enquanto 55% projetam um cenário regular e 14% avaliam que o desempenho será ruim, reforçando a leitura de transição de ciclo no setor.

No recorte de vendas no mercado interno, a pesquisa mostra que 32% das empresas esperavam aumento no volume no último trimestre de 2025, enquanto 41% projetavam estabilidade e 27% indicavam queda. O dado reflete um varejo que encerra o ano sem grandes oscilações, após a conclusão de obras e a absorção de estoques acumulados ao longo do período.

Investimentos

Apesar do ambiente mais moderado, as intenções de investimento permanecem relevantes: 55% das indústrias afirmam que pretendem investir nos próximos 12 meses, com foco principal na modernização dos meios de produção, indicando uma estratégia voltada à eficiência operacional.

Outro indicador que reforça o ritmo mais contido da atividade industrial é a utilização da capacidade instalada, que ficou em média em 70% em dezembro – uma queda de seis pontos percentuais em relação a novembro.

Segundo Paulo Engler, presidente executivo da Abramat, esse comportamento ajuda a explicar o desempenho observado no segundo semestre. “A partir de junho, começamos a perceber uma deterioração no ritmo do setor, muito associada ao não início de novas obras. O mercado seguiu concluindo projetos iniciados em 2024 e 2025 e absorvendo estoques do período anterior, o que resultou em um ritmo mais moderado de produção”, afirma.

Para 2026, a expectativa é de um ambiente mais favorável ao longo do ano. “Com a possibilidade de redução da taxa Selic, o crédito tende a ganhar tração. Em dezembro, o varejo de material de construção já apresentou um desempenho melhor, e programas recentes, como o Reforma Casa Brasil, têm mostrado boa atratividade, o que pode contribuir de forma relevante para 2026”, completa Engler.


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Tags: AbramatAssociação Brasileira da Indústria de Materiais de ConstruçãoconstruçãoPaulo EnglerSelic
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