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Capa Construção
OEC e infraestrutura

Atualmente, o Brasil investe pouco mais de 2% do PIB (cerca de R$ 259,3 bilhões) em infraestrutura (Foto: OEC)

As 5 prioridades para uma infraestrutura moderna e competitiva

Com foco em investimento, crédito, ambiente de negócios e qualificação, Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada – Infraestrutura (Sinicon) propõe agenda para garantir desenvolvimento sustentável

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
31/03/2025
em Construção
Tempo de Leitura: 3 minutos
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A  construção pesada e a infraestrutura nacional têm um papel estratégico para o crescimento do Brasil. Para alavancar o setor e garantir um caminho sólido rumo ao desenvolvimento, o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada – Infraestrutura (Sinicon) acaba de lançar uma agenda com cinco prioridades estruturantes. A proposta é clara: garantir uma infraestrutura moderna, segura, íntegra, resiliente e limpa – condição essencial para a competitividade do país.

“As cinco prioridades são interdependentes e complementares. Precisamos investir mais e melhor, criar um ambiente de negócios moderno, garantir linhas de crédito consistentes e atrativas, recuperar a política de exportação da engenharia nacional que já teve mais de 3% do mercado global e qualificar as pessoas que vão fazer tudo isso acontecer. É uma agenda que pensa no presente e no futuro da infraestrutura brasileira”, destaca Claudio Medeiros, presidente do Sinicon.

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Com mais de 65 anos de atuação, o Sinicon é a mais antiga entidade representativa da construção pesada no Brasil. Em um novo momento institucional, a entidade atualizou sua identidade visual e lançou a campanha “Infraestrutura para o Brasil Avançar”, que simboliza a retomada do crescimento do setor e sua importância estratégica para o país.

Claudio Medeiros
Claudio Medeiros: “É uma agenda que pensa no presente e no futuro da infraestrutura brasileira”

A nova logomarca reflete esse reposicionamento: um setor que se moderniza, atrai investimentos e volta a ser motor da economia. A mensagem é clara — investir em infraestrutura é investir no desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil.

Segundo o diretor executivo do Sinicon, Humberto Rangel, a nova marca alinha o Sindicato às tendências de identidade visual, reforçando atributos como modernidade, solidez e simplicidade.

“Os elementos de design remetem à construção de bases seguras para o crescimento sustentável do país.Ao defender políticas públicas mais eficientes, fortalecer a engenharia nacional e promover a modernização do setor de construção pesada-infraestrutura, estamos reforçando um papel essencial na construção de um país mais próspero economicamente e justo socialmente. Infraestrutura para o Brasil avançar, esse é o nosso novo lema”, sintetiza Rangel.

Conheça a seguir as cinco prioridades 

1 – Aumentar os investimentos públicos em infraestrutura

Atualmente, o Brasil investe pouco mais de 2% do PIB (cerca de R$ 259,3 bilhões) em infraestrutura. A meta é elevar esse volume a 4,5% do PIB, ampliando o estoque de capital de 36% para 60% do PIB até 2036. O plano prevê um crescimento anual de 0,2% do PIB em investimentos, especialmente públicos, além de medidas para conter a elevação da taxa de juros e melhorar o acesso a financiamento.

2 – Aprimorar o ambiente de negócios

Para atrair investimentos, é necessário oferecer previsibilidade, segurança jurídica e marcos regulatórios modernos. A agenda legislativa do setor inclui propostas como a PEC 01/2021 (reinvestimento de outorgas), PLP 68/2024 (reforma tributária), PL 2159/2021 (licenciamento ambiental), PL 6139/2023 (concessões e PPPs), entre outros projetos que atualizam o ambiente regulatório e fortalecem a governança pública e contratual.

3 – Assegurar melhorias na oferta de crédito para infraestrutura

A agenda também prevê a criação de um fundo garantidor público da União para apoiar o financiamento de contratos de obras públicas e parcerias público-privadas. O setor defende a modernização de instrumentos financeiros como o FGI-BNDES e incentivos como a depreciação acelerada de máquinas e equipamentos, a fim de viabilizar novos empreendimentos e ampliar a capacidade operacional das empresas.

4 – Retomar a política de crédito à exportação de bens e serviços

A engenharia brasileira já deteve mais de 3% do mercado internacional e hoje tem menos de 1%. Para recuperar esse espaço, a proposta é retomar políticas públicas de financiamento à exportação de bens e serviços. O setor apoia o PL 5719/2023, que autoriza o BNDES a constituir subsidiárias para esse fim, e se opõe à PEC 03/2023, que transfere ao Congresso a decisão sobre a liberação de recursos, o que comprometeria a agilidade e a segurança jurídica dessas operações.

5 – Suprir capital humano e garantir empregabilidade

A qualificação da mão de obra é essencial para o crescimento sustentável do setor. A agenda propõe ações para valorizar a engenharia brasileira, atrair jovens para cursos superiores na área, ampliar a formação técnica e garantir políticas de capacitação, intermediação e requalificação profissional. A geração de empregos qualificados é um dos pilares da estratégia.


Leia também: Sesi é uma das instituições mais bem avaliadas do Brasil

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Tags: BNDESClaudio MedeirosconstruçãoSinicon
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