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Capa Petróleo, Gás & Biocombustível

Estaleiros voltam ao radar com novos contratos da Petrobras

Contratos de R$ 2,8 bilhões marcam virada logística e reforçam frota própria

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
20/01/2026
em Petróleo, Gás & Biocombustível
Tempo de Leitura: 4 minutos
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Petrobras e Transpetro

Navio Barbosa Lima Sobrinho, operado pela Transpetro e destinado ao transporte de gás liquefeito de petróleo (GLP), prioritariamente na navegação de cabotagem

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A  Petrobras e a Transpetro assinaram, nesta terça-feira (20), contratos para a construção de 5 navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores, dentro do Programa Mar Aberto, iniciativa voltada à renovação e ampliação da frota própria do Sistema Petrobras. O investimento soma R$ 2,8 bilhões e tem potencial de gerar mais de 9 mil empregos diretos e indiretos, distribuídos entre estaleiros do Rio Grande do Sul, Amazonas e Santa Catarina.

As embarcações serão construídas no Estaleiro Rio Grande (RS), responsável pelos gaseiros; no Bertolini Construção Naval da Amazônia (AM), que fabricará as barcaças; e na Indústria Naval Catarinense (SC), encarregada dos empurradores. Toda a frota será operada pela Transpetro, subsidiária logística da Petrobras.

A estratégia por trás das encomendas vai além da geração de empregos. Com frota própria ampliada, a Petrobras reduz a dependência de afretamentos, ganha maior controle logístico, melhora a eficiência no transporte de GLP, derivados e biocombustíveis e se prepara para o aumento da produção de gás natural previsto para os próximos anos.

Gaseiros: mais capacidade, menos emissões

O principal contrato envolve a construção de 5 navios gaseiros pressurizados, com investimento de R$2,2 bilhões. Três terão capacidade de 7 mil m³ e dois, de 14 mil m³, destinados ao transporte de GLP e derivados tanto na costa brasileira quanto em operações fluviais.

Com as novas unidades, a frota de gaseiros da Transpetro salta de 6 para 14 embarcações, praticamente triplicando a capacidade de transporte. Os navios também incorporam ganhos ambientais: serão até 20% mais eficientes no consumo de energia, com redução de 30% nas emissões de gases de efeito estufa e possibilidade de operação em portos eletrificados.

Petrobras

Barcaças e empurradores

Outro eixo do pacote é a contratação de 18 barcaças e 18 empurradores, com investimento de R$620,6 milhões. A encomenda marca a entrada da Transpetro na navegação interior, consolidando sua atuação no transporte fluvial de derivados e biocombustíveis.

O novo modelo permitirá a verticalização da operação de bunkering (abastecimento de navios), com frota própria operando em polos estratégicos como Belém, Rio de Janeiro, Santos, Paranaguá e Rio Grande. O resultado esperado é redução de custos, maior previsibilidade e ganhos de eficiência logística.

Petrobras

Por que isso importa

1 – Retomada concreta da indústria naval

Diferentemente de anúncios genéricos, os contratos assinados colocam obras, cronogramas e estaleiros em movimento. A distribuição dos projetos por três estados ajuda a reativar polos navais regionais, reduzindo a concentração e ampliando os efeitos multiplicadores sobre a cadeia industrial.

2 – Logística como vantagem competitiva

Ao investir em frota própria, a Petrobras diminui a exposição a custos voláteis de afretamento e fortalece o controle sobre uma etapa crítica da cadeia de valor. Em um cenário de crescimento da produção de gás e derivados, logística deixa de ser custo passivo e passa a ser ativo estratégico.

3 – Transição energética com indústria nacional

Os novos navios incorporam ganhos ambientais e eficiência energética, alinhando a política industrial à agenda da transição energética justa. Ao mesmo tempo, os investimentos evitam a importação de embarcações, mantendo empregos, renda e tecnologia no país.

 O que empresas e fornecedores devem observar

  • Oportunidades na cadeia naval: fornecedores de aço, válvulas, sistemas elétricos, automação e serviços especializados tendem a ser demandados.

  • Expansão do modal fluvial: abre espaço para operadores logísticos, terminais e empresas ligadas à navegação interior.

  • Previsibilidade de longo prazo: o Mar Aberto prevê US$ 6 bilhões em aportes até 2030, sinalizando um pipeline consistente de projetos.

Programa Mar Aberto/números-chave

  • Investimento total (contratos atuais): R$ 2,8 bilhões

  • Empregos estimados: +9 mil diretos e indiretos

  • Embarcações contratadas:

    • 5 navios gaseiros

    • 18 barcaças

    • 18 empurradores

  • Plano 2026–2030:

    • US$ 6 bilhões em aportes

    • 20 navios de cabotagem

    • 40 embarcações de apoio afretadas


      Leia também: Nova rodoviária de Salvador: o que muda para o passageiro

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Tags: AmazonasBelémdestaquePetrobrasRio de JaneiroRio Grande do SulSantosTranspetro
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