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Capa Atualidades

Preços da indústria recuam 0,20% em agosto

Em agosto de 2025, 12 das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações negativas de preço quando comparadas ao mês anterior, acompanhando a variação do índice na indústria geral

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
11/10/2025
em Atualidades
Tempo de Leitura: 4 minutos
A A
indústria de alimentos

Setor de alimentos (-0,11 p.p.) exerceu a principal influência negativa no IPP em agosto (Foto: Jonathan Campos/AEN-PR)

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Os preços da indústria nacional caíram 0,20% em agosto frente a julho, sétima taxa negativa consecutiva após uma série de 12 resultados positivos em sequência, entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025. O Índice de Preços ao Produtor (IPP), assim, apresentou alta de 0,48% em 12 meses e o acumulado no ano ficou em -3,62%. Em agosto de 2024, a variação mensal foi de 0,66%. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo IBGE.

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômicas.

Em agosto de 2025, 12 das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram variações negativas de preço quando comparadas ao mês anterior, acompanhando a variação do índice na indústria geral. Em julho deste ano, 12 atividades haviam apresentado menores preços médios em relação a junho.

As quatro variações mais intensas foram em perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-1,66%); madeira (-1,59%); equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (1,59%); e papel e celulose (-1,42%).

“Há de se observar que o resultado mensal de agosto é o menos intenso desde abril (-0,12%). Se observarmos o que acontece com o acumulado no ano, veremos que os principais impactos vieram de setores de grande peso na indústria: alimentos, metalurgia, indústrias extrativas e refino. O movimento desses preços tem explicações diversas, mas, no caso de alimentos, por exemplo, a safra é um fator que explica em grande parte a redução, não por acaso, açúcar, soja e arroz despontam como as principais influências, no acumulado do ano”, explica Alexandre Brandão, gerente do IPP.

Influências

As principais influências entre julho e agosto vieram de alimentos (-0,11 p.p.), outros produtos químicos (-0,08 p.p.), indústrias extrativas (-0,06 p.p.) e papel e celulose (-0,04 p.p.).

O setor de alimentos (-0,44%) segue apresentando variação negativa, a sétima no ano – apenas em abril houve variação positiva (1,52%) -, porém a menos intensa entre elas.Com isso, no ano, o acumulado foi de -7,55% e, em 12 meses, de 1,45%. Em relação a este último indicador, vale registrar que em janeiro ele apontava para uma variação de 13,60%, o que oscilou para mais e para menos até abril (14,08%), a partir de quando os resultados foram perdendo intensidade.

“Em relação ao setor de alimentos, dos 43 produtos levantados na pesquisa, os quatro de maior influência responderam por -0,02 p.p. (da variação de -0,44%), ou seja, são os outros 39 produtos que intensificam o resultado negativo. De toda forma, dos quatro de maior influência, a redução do preço da carne de frango, por conta de uma demanda menor, e o café, em período de safra, garantiram a influência líquida negativa, haja vista que os preços do óleo de soja e açúcar VHL subiram”, destaca o gerente da pesquisa.

De julho para agosto de 2025, o setor de outros produtos químicos teve a segunda maior influência (-0,08 p.p.) no desempenho negativo da indústria. No ano, a indústria química reverteu o sinal da variação de preços acumulada até julho, registrando -0,26%, enquanto em 12 meses o acumulado foi de 0,28%, reforçando a desaceleração inflacionária observada nos últimos meses (em julho a taxa estava em 3,63%).

Indústrias extrativas

Terceira colocação no ranking de maiores influências no IPP em agosto, indústrias extrativas (-0,06 p.p.) voltou a registrar desempenho negativo na comparação com o mês anterior (-1,39%). Apesar da queda de 6,29% em relação a agosto de 2024, é no acumulado do ano que as indústrias extrativas se destacam, com uma retração de 13,99% frente ao resultado observado em dezembro de 2024, variação mais intensa neste indicador e menor valor para um mês de agosto desde 2015.

“Este setor acompanha muito de perto o que acontece no mercado internacional, e, em agosto, a redução no preço de óleo bruto de petróleo e gás natural explica o resultado setorial, já que os minérios de ferro tiveram aumento de preços”, acrescenta Alexandre.

Pela perspectiva das grandes categorias econômicas, a variação de preços observada na passagem de julho para agosto de 2025 repercutiu da seguinte forma: 0,38% de variação em bens de capital (BK); -0,14% em bens intermediários (BI); e -0,40% em bens de consumo (BC), sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis (BCD) foi de 0,27%, ao passo que nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis (BCND) foi de -0,53%.

No cômputo do resultado geral do indicador mensal, a principal influência dentre as Grandes Categorias Econômicas foi exercida por bens de consumo, cujo peso na composição do índice geral foi de 38,11% e respondeu por -0,15 p.p. da variação de -0,20% nas indústrias extrativas e de transformação.


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