A Equinor, operadora do Campo de Peregrino, foi notificada na última sexta-feira, 15/08, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre a interdição do FPSO Peregrino. A interdição incluiu a ordem de parar a produção, após uma auditoria do Sistema de Gestão da Segurança Operacional (SGSO) do FPSO Peregrino.
As principais de melhoria apontadas no ofício emitido pela ANP são: documentação de gestão e análise de riscos e adequações no sistema de dilúvio.
Em nota, a Equinor disse que a principal prioridade da companhia é a segurança em suas operações. “A empresa está seguindo rigorosamente os requerimentos das autoridades e trabalhando nas constatações da ANP. A Equinor deu início imediato às adequações necessárias com o objetivo de atender aos requerimentos e retomar a produção do campo o mais rapidamente possível”, afirmou a empresa, em nota.
Peregrino é um campo de petróleo pesado e consiste em uma plataforma flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) conectada a três plataformas fixas. O campo está localizado na Bacia de Campos, a leste do Rio de Janeiro. A produção no campo de Peregrino (participação Equinor: 60%) foi reportada em 97,5 mil barris de óleo equivalente por dia no segundo trimestre de 2025.
Venda
A Prio, parceira no campo de Peregrino (participação de 40%), assinou contratos para a transferência de titularidade e operação do campo em maio de 2025. Tais contratos estão condicionados às aprovações regulatórias e jurídicas pertinentes. A Prio pagou US$3,5 bilhões pelo ativo.

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