A General Motors (GM) inicia fevereiro com uma mudança estratégica no comando de suas operações na América do Sul. Thomas Owsianski assume a presidência e direção-geral da companhia a partir deste domingo (1º), com a missão de conduzir a gigante automotiva em sua fase mais transformadora na região: a da aceleração tecnológica e do crescimento sustentável.
O movimento não é apenas uma nomeação, mas um retorno estratégico. Com mais de 30 anos de experiência internacional, Owsianski iniciou sua trajetória na própria GM e agora volta para liderar um portfólio em plena renovação. Ele assume o posto em um momento em que a marca consolida investimentos robustos para fortalecer sua base industrial e avançar na agenda de eletrificação, adaptada à realidade energética sul-americana.
Para Rory Harvey, vice-presidente executivo da GM Global Markets, a escolha de Owsianski reforça a confiança na região. “A América do Sul tem fundamentos sólidos e um enorme potencial. Thomas é o líder certo para aliar visão estratégica à execução disciplinada, garantindo valor de longo prazo para o negócio”, pontuou Harvey.
O Desafio: Manter a competitividade em um mercado em constante mutação. Owsianski, conhecido por sua gestão centrada no cliente e disciplina operacional, terá o desafio de equilibrar a tradição centenária da GM no continente com a urgência da nova mobilidade.
“A região tem um papel estratégico no futuro global da companhia. Meu foco é fortalecer nossa competitividade e garantir um crescimento sustentável, gerando valor para clientes, parceiros e para a mobilidade na América do Sul”, afirmou o novo presidente.
Raio-X: O que esperar da gestão Owsianski
- Foco em eletrificação: Implementação de uma estratégia “pragmática”, alinhada à matriz energética regional.
- Renovação de portfólio: Continuidade aos investimentos para expandir e modernizar a linha de veículos.
- Competitividade industrial: Busca por eficiência em custos e qualidade, ampliando a produção local e o desenvolvimento de fornecedores.
- Experiência de bagagem: Liderança forjada em mercados complexos e passagens por marcas como a Opel, na Europa.
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