A Galp, por meio de sua subsidiária Petrogal Brasil S.A (JV Galp|Sinopec), anunciou nesta quinta-feira, Dia Mundial do Meio Ambiente, um passo importante para o desenvolvimento de uma planta flexível capaz de produzir metano e hidrogênio a partir de efluentes agroindustriais. A tecnologia é desenvolvida no Instituto Nacional de Tecnologia (INT), pelo Laboratório de Biocatálise, Bioprodutos e Bioprocessos (Labic), e no Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IQ-UFRJ), pelo Laboratório de Biotecnologia Microbiana (Labim).
O projeto já teve a primeira etapa concluída, com adequação dos laboratórios parceiros, marcando o início de testes em escala piloto. O trabalho teve parte da infraestrutura viabilizada com suporte da cláusula de investimento da ANP.
A tecnologia da planta flexível para produzir biogás deverá estar pronta para implementação em 2026, se alinhando com as metas de criação de valor sustentável a longo prazo e iniciativas de descarbonização estabelecidas pela empresa.
O hidrogênio verde é um combustível de alta densidade energética e sem subprodutos além do vapor d’água, enquanto o biometano corresponde a um biogás composto por pelo menos 95% de metano, que o torna capaz de substituir o gás natural de fonte fóssil.
Sobre a Galp no Brasil
Presente no país há mais de 25 anos, a Galp é uma empresa de energia, atuando em Upstream (Petrogal Brasil, joint-venture com a Sinopec), Gás Natural, Comercialização de Energia, Energias Renováveis e Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação. A companhia acredita no desenvolvimento baseado em pilares como sustentabilidade, segurança energética e acessibilidade de preços, aliados à criação de valor sustentável a longo prazo e às iniciativas de descarbonização.
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