Indústria News
  • Colunas
    • Análises
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
  • Giro das 21h
  • Leitura Rápida
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Papel & Celulose
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Colunas
    • Análises
    • Indústria em Foco
    • Memória da Indústria
    • O Lado B dos Destinos
    • Radar da Indústria
  • Giro das 21h
  • Leitura Rápida
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Webinar da Indústria
  • Mais…
    • Atualidades
    • Bebidas & Alimentos
    • Beleza & Higiene Pessoal
    • Calçados & Têxtil
    • Construção
    • Glossário
    • Metalurgia & Siderurgia
    • Mineração
    • Papel & Celulose
    • Química & Petroquímica
    • Radar de Oportunidades
    • Turismo & Aviação
    • Veículos & Pneus
Sem resultado
Ver todos os resultados
Indústria News
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa Metalurgia & Siderurgia

Aço brasileiro perde fôlego em meio à concorrência externa e custos em alta

Reestruturação global do mercado e demanda fraca mantêm setor sem perspectiva de reação no curto prazo

INDÚSTRIA NEWS por INDÚSTRIA NEWS
07/04/2026
em Metalurgia & Siderurgia
Tempo de Leitura: 3 minutos
A A
Ricardo Martins

Para Martins, o cenário exige atenção contínua. “O setor enfrenta um desequilíbrio relevante entre custos e preços

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedinCompartilhar no WhatsappCompartilhar no Telegram

As indústrias processadoras de aço, representadas pela Abimetal-Sicetel (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço e Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço), seguem operando sob pressão em um ambiente que combina a demanda ainda enfraquecida e o aumento da concorrência externa. O desempenho do primeiro trimestre permanece abaixo do observado no mesmo período do ano passado, indicando que que ainda não há recuperação.

O cenário reforça os desafios de competitividade enfrentados pela indústria nacional em um contexto de transformações no mercado global. Dados recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apresentam uma queda na produção industrial de 8%, comparando fevereiro de 2025 com o mesmo mês em 2026.

“O resultado reflete um ambiente de demanda fragilizada, ao mesmo tempo em que se intensificam fatores externos que impactam a competitividade da indústria nacional”, explica Ricardo Martins, presidente da Abimetal-Sicetel.

Nesse contexto, as importações de produtos processados de aço seguem como um dos principais elementos de atenção. Embora o primeiro bimestre de 2026 tenha registrado queda de 10,8% em volume e 13,8% em valor frente ao mesmo período de 2025, o movimento ocorre após um ciclo prolongado de crescimento.

Entre 2019 e 2025, o volume importado avançou cerca de 95%, ultrapassando 821 mil toneladas, consolidando uma mudança estrutural no padrão de abastecimento do mercado brasileiro. Paralelamente, observa-se a redução dos preços médios internacionais, ampliando a pressão competitiva sobre os produtores domésticos, segundo dados de relatório elaborado pela Abimetal-Sicetel.

Pressão externa

A análise desagregada das importações indica que a desaceleração recente não ocorre de forma uniforme entre os segmentos. De acordo com o relatório econômico da associação, 96 produtos avaliados, 49 registraram aumento no início de 2026, sendo 36 com crescimento superior a 10%, o que evidencia uma redistribuição da competitividade externa em nichos específicos. A China permanece como principal origem, concentrando 58,9% do volume importado, com diferencial relevante de preços em relação ao mercado interno – em alguns casos, até 40% inferiores -, o que amplia o deslocamento da produção nacional em diversos segmentos.

“Os dados mostram um avanço consistente em segmentos estratégicos, com destaque para a presença crescente de produtos importados, especialmente da China. Esse movimento, associado a diferenças relevantes de preços, acaba criando distorções competitivas importantes e ampliando o deslocamento da produção nacional. É um processo que merece maior atenção do Governo Federal, pois impacta diretamente a sustentabilidade da indústria brasileira ao longo da cadeia”, afirma o presidente da Abimetal-Sicetel.

Ao mesmo tempo, o ambiente internacional apresenta uma inflexão na trajetória de preços do aço e de seus insumos. O minério de ferro acumula alta de 2,8% no início de 2026, enquanto produtos como a bobina a frio de aço inoxidável registram elevação superior a 8%. Esse movimento, associado à expectativa de restrições de oferta no mercado asiático e à elevação dos custos logísticos, tende a pressionar a estrutura de custos da indústria processadora brasileira, reduzindo margens em um contexto de forte concorrência com produtos importados.

Atenção

Para Martins, o cenário exige atenção contínua. “O setor enfrenta um desequilíbrio relevante entre custos e preços. A permanência de importações em níveis elevados, associada à elevação dos custos de insumos, compromete a competitividade da indústria nacional e reforça a necessidade de medidas que promovam condições mais equilibradas de concorrência”, defende.

Diante desse panorama, a expectativa é que o segundo trimestre do ano siga desafiador para o setor de processamento do aço. A possível manutenção de custos elevados de insumos e a dinâmica do mercado internacional podem influenciar, a longo prazo, o desempenho da indústria nacional.

“A indústria brasileira está no limite de sua capacidade de adaptação a momentos desafiadores. O governo brasileiro precisa estar atento a essas dificuldades, pois o momento requer políticas públicas de defesa da indústria. Cabe ao governo intensificar o combate às importações subfaturadas, que afetam diretamente a competitividade da indústria, ao mesmo tempo que deixam de recolher tributos, o que poderia justificar o aumento do efetivo de fiscalização para combater esses ilícitos”, pontua o presidente da Abimetal-Sicetel.


Leia também: Bahia abre a maior mina subterrânea de níquel da América Latina

Oh, olá 👋 Prazer em conhecê-lo.

Cadastre-se para receber nosso conteúdo em seu e-mail todos os dias.

Verifique sua caixa de entrada ou a pasta de spam para confirmar sua assinatura.

Tags: açoaço inoxidávelAssociação Brasileira da Indústria Processadora de AçoSindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço
Artigo Anterior

Governo declara guerra ao aumento abusivo de preços nos combustíveis

Próximo Artigo

Do Bandeirante ao Boeing: a ascensão e a queda da Nordeste Linhas Aéreas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Novelis

Programa Novelis+ seleciona startups para a fase de Prova de Conceito

PCP Steel

PCP Steel investe R$ 120 milhões e mira novo salto na indústria do aço

Everton Negresiolo

ArcelorMittal inaugura planta solar e consolida complexo híbrido na Bahia

Gerdau

Gerdau aposta R$1,3 bi em energia solar e acelera descarbonização

Próximo Artigo
Nordeste

Do Bandeirante ao Boeing: a ascensão e a queda da Nordeste Linhas Aéreas

JBS

JBS inaugura centro de biotecnologia avançada para desenvolver 'superproteínas'

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Eu concordo com os Termos & Condições e a Política de Privacidade.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Tecprene

Tecprene compra a Ipubras e amplia presença no mercado de poliuretano

Votorantim Cimentos

Gigante do cimento destrava R$ 402 milhões para inovação e digitalização

Projeto Satosh

Satoshi acelera e coloca a Bahia na rota dos data centers sustentáveis

WEBINAR DA INDÚSTRIA

SH

SH acelera na Bahia e mira novo ciclo de crescimento no País

Voltxs

Com DNA baiano, Voltxs redefine a gestão de energia no Brasil

COLUNAS

Projeto Satosh

Satoshi acelera e coloca a Bahia na rota dos data centers sustentáveis

Aeroporto

Giro das 21h: FGTS para pagar dívidas, baixa na Copa e testes no aeroporto

Nordeste

Do Bandeirante ao Boeing: a ascensão e a queda da Nordeste Linhas Aéreas

Coelba

Giro das 21h: renovação da Coelba e cautela no Focus marcam a segunda-feira

+VISTAS EM 24 hORAS

  • SH

    SH acelera na Bahia e mira novo ciclo de crescimento no País

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Satoshi acelera e coloca a Bahia na rota dos data centers sustentáveis

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Gigante do cimento destrava R$ 402 milhões para inovação e digitalização

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Giro das 21h: FGTS para pagar dívidas, baixa na Copa e testes no aeroporto

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Feira de Santana recebe novo centro do Senai focado em eficiência e inovação

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Anuncie conosco
  • Política de privacidade
redacao@industrianews.com.br

© 2022 Indústria News

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Análises
  • A Semana
  • Atualidades
  • Bebidas & Alimentos
  • Beleza & Higiene Pessoal
  • Calçados & Têxtil
  • Construção
  • IndústriaCast
  • Indústria em Foco
  • Leitura Rápida
  • Memória da Indústria
  • Metalurgia & Siderurgia
  • Mineração
  • Papel & Celulose
  • Petróleo, Gás & Biocombustível
  • Radar da Indústria
  • Radar de Oportunidades
  • Química & Petroquímica
  • Turismo & Aviação
  • Veículos & Pneus
  • Webinar da Indústria

© 2022 Indústria News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.