O endividamento do Estado da Bahia voltou a cair e chegou ao segundo nível mais baixo registrado no século XXI. De acordo com os números apresentados nesta terça-feira (9) pelo secretário da Fazenda, Manoel Vitório, em audiência pública na Assembleia Legislativa (Alba), a relação entre a dívida consolidada líquida (DCL) e a receita corrente líquida (RCL) ficou em 31% nos primeiros quatro meses de 2026, apenas um ponto acima do menor percentual alcançado desde o início do século, que foi de 30% em 2022. A dívida sob controle é um dos aspectos que contribuem para a manutenção do equilíbrio fiscal do Estado, observou Vitório. “Preservar a saúde das contas estaduais é uma das orientações estabelecidas pelo governador Jerônimo Rodrigues desde o início da sua gestão” ressaltou o secretário. A outra diretriz do governador é a preservação da capacidade de atendimento às demandas da população, acrescentou Vitório. O governo segue cumprindo também essa diretriz ao ampliar o ritmo de investimentos públicos, que aumentaram 7,76%: de R$1,63 bilhão no primeiro quadrimestre do ano passado para R$1,75 bilhão no mesmo período de 2026.
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